Estrutura ocupacional, autoridade gerencial e determinação de salários em organizações fordistas: o caso da indústria de transformações no Brasil Outros Idiomas

ID:
17241
Resumo:
Este trabalho analisa o papel que variáveis relacionadas à estrutura ocupacional e de classe exercem no processo de determinação dos salários em organizações fordistas, não apenas de forma direta, mas também como mediadoras da relação entre capital humano e salários. As abordagens funcionalista e crítica são consideradas para formulação das hipóteses de pesquisa. Os testes de hipóteses são realizados através de um modelo linear hierárquico. Ao final, conclui-se que fatores relativos, tanto a estrutura ocupacional quanto de classes, exercem papel relevante no processo de determinação dos salários dos empregados do setor da indústria de transformação no Brasil; contudo evidencia-se que a variável de classe (que separa os empregados entre gerentes/supervisores e trabalhadores operacionais), apresenta maior poder de explicação da determinação de salários em organizações fordistas.
Citação ABNT:
NEVES, J. A.; FERNANDES, D. C. Estrutura ocupacional, autoridade gerencial e determinação de salários em organizações fordistas: o caso da indústria de transformações no Brasil. Revista de Administração Contemporânea, v. 6, n. 1, p. 127-140, 2002.
Citação APA:
Neves, J. A., & Fernandes, D. C. (2002). Estrutura ocupacional, autoridade gerencial e determinação de salários em organizações fordistas: o caso da indústria de transformações no Brasil. Revista de Administração Contemporânea, 6(1), 127-140.
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/17241/estrutura-ocupacional--autoridade-gerencial-e-determinacao-de-salarios-em-organizacoes-fordistas--o-caso-da-industria-de-transformacoes-no-brasil/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português