O papel da inovação aberta na internacionalização de empresas em rede: o caso Brasil Foods Outros Idiomas

ID:
19941
Resumo:
Este trabalho tem como objetivo propor um modelo para as relações entre as atividades de inovação, sobretudo aberta, e a internacionalização de empresas em redes. A metodologia utilizada é qualitativa interpretativista, baseada em estudo de caso e análise de conteúdo. Busca-se analisar as relações entre os processos de internacionalização de empresas em rede e os processos de inovação aberta na literatura e em um caso real de empresa brasileira de grande porte. Contata-se que a gestão de inovação nas empresas ultrapassa hoje a concepção de inovação tecnológica, e que a construção de redes internacionais ganha importância como disposição de vantagem competitiva de uma empresa ao atuar em mercados exteriores diversos. No estudo de caso feito, foi possível notar que uma importante contribuição da inovação aberta está no incremento da velocidade de aprendizagem organizacional.
Citação ABNT:
FIGUEIREDO, J. C. B.; GRIECO, A. M. O papel da inovação aberta na internacionalização de empresas em rede: o caso Brasil Foods. Innovation and Management Review, v. 10, n. 4, p. 63-84, 2013.
Citação APA:
Figueiredo, J. C. B., & Grieco, A. M. (2013). O papel da inovação aberta na internacionalização de empresas em rede: o caso Brasil Foods. Innovation and Management Review, 10(4), 63-84.
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/19941/o-papel-da-inovacao-aberta-na-internacionalizacao-de-empresas-em-rede--o-caso-brasil-foods/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
Ahmad, N., Daghfous, A. (2010). Knowledge sharing through inter-organizational knowledge networks: Challenges and opportunities in the United Arab Emirates. European Business Review, 22(2), 153-174.

Alburquerque, L. G., Fischer, A. L. (2004). Tendências que orientam as decisões dos formadores de opinião em gestão de pessoas no Brasil: RH 2010. Anais do 25º encontro da ANPAD.

Anderson, V., Johnson, L. (1997). Systems thinking basics: Pegasus Communications.

Andersson, U., Forsgren, M., Holm, U. (2002). The strategic impact of external networks: subsidiary performance and competence development in the multinational corporation. Strategic Management Journal, 23(11), 979-996.

Balestro, M. V. (2002). Confiança em rede: a experiência da rede de estofadores do polo moveleiro de Bento Gonçalves/RS. 2002. 118 f. (Mestrado), Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria.

Bardin, L. (2009). Análise de conteúdo: Edições 70, Lisboa.

Barney, J. B., Hesterly, W. S. (2008). Administração estratégica e vantagem competitiva: Pearson Prentice Hall.

BarNir, A., Smith, K. A. (2002). Interfirm alliances in the small business: The role of social networks. Journal of Small Business Management, 40(3), 219-232.

Boddewyn, J. J., Toyne, B., Martinez, Z. L. (2004). The meanings of international management. Management International Review, 44(2), 195-212.

Boehe, D. M., Toni, D. (2006). Modelo para Internacionalização de Empresas Baseadas em Redes. Anais do 24º Simpósio de Gestão da Inovação Tecnológica.

Bolwijn, P. T., Kumpe, T. (1990). Manufacturing in the 1990 - productivity, flexibility and innovation. Long Range Planning, 23(4), 44-57.

Chen, H., Chen, T. J. (1998). Network linkages and location choice in foreign direct investment. Journal of International Business Studies, 29(3), 445-467.

Chesbrough, H. W. (2003). Open innovation: The new imperative for creating and profiting from technology. Harvard Business Press.

Chetty, S., Agndal, H. (2007). Social capital and its influence on changes in internationalization mode among small and medium-sized enterprises. Journal of International Marketing, 15(1), 1-29.

Chetty, S., Campbell-Hunt, C. (2004). A strategic approach to internationalization: A traditional versus a" born-global" approach. Journal of International Marketing, 12(1), 57-81.

Child, J., Rodrigues, S. B. (2008). The process of SME internationalization: British firms entering Brazil. Revista Economia Gestão, 7(14), 31-55.

Davila, T., Epstein, M. J., Shelton, R. (2008). As regras da inovação: Bookman.

DeBresson, C., Amesse, F. (1991). Networks of innovators: a review and introduction to the issue. Research Policy, 20(5), 363-379.

Drucker, P. F. (1986). O novo papel da administração: Nova Cultural.

Dutra, J. S. (2002). Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas: Atlas.

Flick, U. (2009). An introduction to qualitative research: Sage.

Freeman, S., Edwards, R., Schroder, B. (2006). How smaller born-global firms use networks and alliances to overcome constraints to rapid internationalization. Journal of International Marketing, 14(3), 33-63.

Getz, G. (2004). Funding growth in an age of austerity. Harvard Bus Rev, 82(7-8), 76-84.

Godoy, A. S. (2005). Refletindo sobre critérios de qualidade da pesquisa qualitativa. Revista Eletrônica de Gestão Organizacional, 3(2), 80-89.

Han, M. (2006). Developing social capital to achieve superior internationalization: A conceptual model. Journal of International Entrepreneurship, 4(2-3), 99-112.

Hilal, A., Hemais, C. A. (2003). O processo de internacionalização na ótica da escola nórdica: evidências empíricas em empresas brasileiras. Revista de Administração Contemporânea, 7(1), 109-124.

Johanson, J., Mattsson, L. G. (1988). Internationalization in industrial systems- a network approach Strategies in global competition (pp. 287-314). London: Croon Helm.

Johanson, J., Vahlne, J. E. (1977). The internationalization process of the firm-a model of knowledge development and increasing foreign market commitments. Journal of International Business Studies, v. 8, p. 23-32.

Johanson, J., Vahlne, J. E. (2003). Business relationship learning and commitment in the internationalization process. Journal of International Entrepreneurship, 1(1), 83-101.

Johanson, J., Vahlne, J. E. (2006). Commitment and opportunity development in the internationalization process: A note on the Uppsala internationalization process model. Management International Review, 46(2), 165-178.

Johanson, J., Vahlne, J. E. (2009). The Uppsala internationalization process model revisited: From liability of foreignness to liability of outsider ship. Journal of International Business Studies, 40(9), 1411-1431.

Li, H. L., Tang, M. J. (2010). Vertical integration and innovative performance: The effects of external knowledge sourcing modes. Technovation, 30(7), 401-410.

Lindegaard, S. (2011). A revolução da inovação aberta: princípios básicos, obstáculos e habilidades de liderança. São Paulo, Évora.

Lindstrand, A., Eriksson, K., Sharma, D. D. (2009). The perceived usefulness of knowledge supplied by foreign client networks. International Business Review, 18(1), 26-37.

Loane, S., Bell, J. (2006). Rapid internationalisation among entrepreneurial firms in Australia, Canada, Ireland and New Zealand: An extension to the network approach. International Marketing Review, 23(5), 467-485.

Lorga, S. C. e S. (2003). Internacionalização e redes de empresas: conceitos e teorias: Verbo.

Lundvall, B. A. (1988). Innovation as an interactive process: from user-producer interaction to the national system of innovation. Technical change and economic theory, 8(1), 14-34.

Martin-Alcazar, F., Romero-Fernandez, P. M., Sanchez-Gardey, G. (2005). Strategic human resource management: integrating the universalistic, contingent, configurational and contextual perspectives. The International Journal of Human Resource Management, 16(5), 633-659.

Mathews, J. A., Zander, I. (2007). The international entrepreneurial dynamics of accelerated internationalisation. Journal of International Business Studies, 38(3), 387-403.

Merriam, S. B. (1988). Case study research in education: A qualitative approach: Jossey-Bass.

Moen, Ø., Gavlen, M., Endresen, I. (2004). Internationalization of small, computer software firms: entry forms and market selection. European Journal of Marketing, 38(9/10), 1236-1251.

Narula, R., Zanfei, A. (2005). Globalization of Innovation: The Role of Multinational Enterprises. In Oxford (Ed.), Handbook of Innovation (pp. 318-345).

Oviatt, B. M., McDougall, P. P. (1994). Toward a theory of international new ventures. Journal of International Business Studies, v. 25, p. 45-64.

Prashantham, S. (2006). Foreign network relationships and the internationalisation of small knowledge-intensive firms. International Journal of Entrepreneurship and Innovation Management, 6(6), 542-553.

Rezende, S. F. L., Versiani, Â. F. (2007). Relacionamentos intersubsidiárias e processos de internacionalização de multinacionais. Revista de Administração da Universidade de São Paulo, 42(2), 155-166.

Seppo, M. (2007). The role of business networks in the internationalization of Estonian chemical industry enterprises. University of Tartu Economics and Business Administration Working Paper Series, 50.

Serrano-Bedia, A. M., López-Fernández, M. C., García-Piqueres, G. (2010). Decision of institutional cooperation on RD: Determinants and sectoral differences. European Journal of Innovation Management, 13(4), 439-465.

Simon, D. F., Cao, C. (2009). China's emerging technological edge: assessing the role of high-end talent: Cambridge University Press.

Weerawardena, J., Mort, G. S. (2006). Investigating social entrepreneurship: A multidimensional model. Journal of World Business, 41(1), 21-35.

Weerawardena, J., Mort, G. S., Liesch, P. W., Knight, G. (2007). Conceptualizing accelerated internationalization in the born global firm: A dynamic capabilities perspective. Journal of World Business, 42(3), 294-306.

Welch, D. E., Welch, L. S. (1996). The internationalization process and networks: a strategic management perspective. Journal of International Marketing, 4(3), 11-28.

Wilkinson, I. F., Mattsson, L. G., Easton, G. (2000). International competitiveness and trade promotion policy from a network perspective. Journal of World Business, 35(3), 275-299.

Yin, R. K. (2009). Case study research: Design and methods. 5a ed. Sage.

Zanni, P. P., Moraes, G., Mariotto, F. L. (2011). Para que servem os Estudos de Caso Único. Anais do 25º Encontro da ANPAD-Rio de Janeiro, RJ.