O espetáculo da vida cotidiana: o lúdico e o trágico na sociedade pós-moderna Outros Idiomas

ID:
21324
Resumo:
A pós-modenidade insurge como um tempo de opção incessante. É uma era em que nenhuma ortodoxia pode ser adotada sem constrangimento e ironia, porque todas as tradições aparentemente têm alguma validade. O mundo que floresce com a pós-modernidade caracteriza-se, assim, por uma maneira de ser inteiramente perpassada pela imagem, pelo imaginário, pelo simbólico, pelo imaterial. A aparência, sob todas as suas formas, passa a ser o fundamento de múltiplas situações e atos sociais. A repetição e a circularidade aparecem como a negação do tempo linear; o signo do “não-tempo” que caracteriza o concreto da vida cotidiana, o instante vivido. O trágico, a ficção e lúdico expressam uma resistência ou convivência com a mortalidade. O trágico passa a esboçar a negação do tempo linear, enquanto a ficção e o lúdico parecem se opor a um tempo progressista, que não reconhece a convivência, ao mesmo tempo conflitiva e harmoniosa, das diversas tradições.
Citação ABNT:
ANDRIOLA, ?. R. F.O espetáculo da vida cotidiana: o lúdico e o trágico na sociedade pós-moderna. Interface - Revista do Centro de Ciências Sociais Aplicadas, v. 2, n. 2, p. 11-21, 2005.
Citação APA:
Andriola, ?. R. F.(2005). O espetáculo da vida cotidiana: o lúdico e o trágico na sociedade pós-moderna. Interface - Revista do Centro de Ciências Sociais Aplicadas, 2(2), 11-21.
Link Permanente:
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Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português