Finanças corporativas no Brasil Outros Idiomas

ID:
30240
Periódico:
Resumo:
Este artigo revê contribuições acadêmicas sobre finanças corporativas no Brasil relativas à decisão sobre a estrutura de capital, ao controle e a propriedade das empresas, ao processo de emissão de títulos e à governança corporativa. O controle é concentrado no Brasil, mas o valor da empresa cresce desde de que não haja estruturas indiretas de controle e que os controladores tenham uma maior participação nas ações sem direito a voto. O Conselho de Administração é dominado por pessoas relacionadas aos controladores e os acionistas minoritários tendem a não usar mecanismos que aumentem sua representação no Conselho. A escassez de financiamento de longo prazo atinge uma ampla gama de empresas. As firmas geralmente financiam suas atividades através de lucros retidos, emissão de dívida e emissão de ações, nesta ordem. As desvantagens de abrir o capital devem superar as vantagens uma vez que as emissões estão mais raras, têm custo elevado, e tendem a ocorrer com mais freqüência em períodos de euforia no mercado. O valor da empresa está positivamente associado ao pagamento de dividendos e à recompra de ações, mas a influência da tributação sobre a política de dividendos não foi evidenciada.
Citação ABNT:
LEAL, R. P. C.; SAITO, R. Finanças corporativas no Brasil. RAE-eletrônica, v. 2, n. 2, art. 5, p. 1-15, 2003.
Citação APA:
Leal, R. P. C., & Saito, R. (2003). Finanças corporativas no Brasil. RAE-eletrônica, 2(2), 1-15.
Link Permanente:
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Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português