Medindo o desempenho organizacional: um estudo no ramo particular de saúde do Distrito Federal utilizando a análise envoltória de dados Outros Idiomas

ID:
32266
Resumo:
O objetivo do presente artigo é avaliar os impactos da utilização de ferramentas de gestão estraté- gica (orçamento, planejamento estratégico, balanced scorecard, benchmarking e softwares de gestão) e dos stakeholders nas unidades de assistência à saúde do Distrito Federal. Foram aplicados dois instrumentos, que apresentavam as ferramentas de gestão e de stakeholders, a 20 clínicas e laboratórios do DF, com taxa de retorno de 17. Foi utilizada a análise envoltória de dados (DEA) sobre o padrão CCR orientado ao input. Dessa forma, foram admitidos como inputs: quantidade de funcionários, quantidade de médicos, ferramentas utilizadas e número de stakeholders; e outputs: quantidade de consultas e quantidade de exames, para medir a eficiência organizacional. Através de uma análise quantitativa mediante o uso de frequências e números absolutos, foi concluído que tanto os stakeholders como as ferramentas de gestão afetam o desempenho organizacional. Os resultados foram discutidos e confrontados com base nas teorias e estudos sobre gestão, saúde, dentre outros. Limitações foram encontradas e foi proposta uma agenda de pesquisa.
Citação ABNT:
NASCIMENTO, T. G.; HOFFMANN, V. E.; FARIAS, D. D. Medindo o desempenho organizacional: um estudo no ramo particular de saúde do Distrito Federal utilizando a análise envoltória de dados. Revista Brasileira de Estratégia, v. 7, n. 2, p. 154-173, 2014.
Citação APA:
Nascimento, T. G., Hoffmann, V. E., & Farias, D. D. (2014). Medindo o desempenho organizacional: um estudo no ramo particular de saúde do Distrito Federal utilizando a análise envoltória de dados. Revista Brasileira de Estratégia, 7(2), 154-173.
DOI:
10.7213/rebrae.07.002.AO03
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/32266/medindo-o-desempenho-organizacional--um-estudo-no-ramo-particular-de-saude-do-distrito-federal-utilizando-a-analise-envoltoria-de-dados/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
ALMEIDA, M. I. R. Manual de Planejamento Estratégico. São Paulo: Atlas, 2001.

ANDERSON, P. Complexity theory and organization science. Organization Science, v. 10, n. 3, p. 216-232, May/Jun 1999.

ANTUNES, E. A. Características da Complexidade do Ambiente e do Processo Contínuo de Forma-ção de Estratégias e a Relação Entre Ambos. Dissertação (Mestrado em Administração) Uni-versidade de Brasília, Brasília, 2006.

BERNARDES, M. E. B. Crescer para legitimar e se legitimar para crescer: um estudo construci-onista das estratégias de PME. Anais do Encontro Nacional da Anpad, 30, Salvador, BA, Brasil, 2006.

CAMBOIM, V. S. C. et al. Diagnóstico para implantação do balanced scorecard: um estudo de caso em uma empresa de pequeno porte. REBRAE. Revista Brasileira de Estratégia (Impres-so), v. 4, p. 245-255, 2011.

CARLINI JR., R. J.; VITAL, T. W. A Utilização do Benchmarking na Elaboração do Planejamento Estratégico: uma Importante Ferramenta para a Maximização da Competitividade Organizaci-onal. Revista Brasileira de Gestão de Negócios, v. 6, n. 14, p. 60-66, 2004.

CHERUBIN, N. A. Administração hospitalar: fundamentos. São Paulo: Cedas, 1999.

COELHO, J. M.; SOUZA, M. C. A. F. A importância do planejamento estratégico para as empresas de pequeno porte. In IV Congresso Brasileiro de Gestão Estratégica de Custos. São Pau-lo/SP, 1999.

CRUZ, T. Sistemas de Informações Gerenciais: Tecnologias da Informação e a Empresa do Século XXI. 3 Ed. São Paulo: Atlas, 2003.

FERREIRA, L. C. M.; GARCIA, F. C.; VIEIRA, A. Relações de Poder e Decisão: conflitos entre mé-dicos e administradores hospitalares. Revista de Administração Mackenzie, São Paulo, v.11, n.6, p.31-54 nov/dez 2010.

FEUERWERKER, L. C. M.; CECÍLIO, L. C. O. O hospital e a formação em saúde. Desafios atuais. Revista Ciência e Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 12, n. 4, p. 965-971, 2007.

FREEMAN, R. E.; LIEDTKA, J. Stakeholder capitalism and the value chain. European Manage-ment Journal, Amsterdam: Elsevier, v. 15, n. 3, p. 286-296, June, 1997.

FREEMAN, R. E.; REED, D. L. Stockholders and stakeholders: a new perspective on corporate governance. California Management Review, California: ABI/Inform, v. 25, n. 3, p. 88-92, Spring 1983.

FREITAS, C. A.; HOFFMANN, V. E. A percepção das estratégias de influências dos stakeholders e sua relação com a estratégia genérica estudo de caso em pequenas empresas comerciais do litoral norte catarinense. BBR. Brazilian Business Review (Edição em português. Online), v. 9, p. 1-25, 2012.

FREITAS, C. A.; SOUZA, C. S. A influência dos stakeholders na elaboração de estratégia em pequenas empresas. REBRAE. Revista Brasileira de Estratégia (Impresso), v. 4, n. 1, p. 77-89, 2011.

FREZATTI, F. et al. Análise do Relacionamento Entre a Contabilidade Gerencial e o Processo de Planejamento das Organizações Brasileiras. Revista de Administração Contemporânea, v. 11, n. spe 2, Curitiba, 2007.

FROOMAN, J. Stakeholder influence strategies. Academy of Management Review, New York, Jstor, v. 24, n. 2, p. 191-203, apr. 1999.

FUNK, E. The balanced scorecard equates interests in the healthcare organizations. Journal of Accounting & Organizational Change, v. 3, n. 2, p. 88-103, 2007.

FURRER, O.; THOMAS, H.; GOUSSEVSKAIA, A. The structure and evolution of the strategic management field: A content analysis of 26 years of strategic management research, Interna-tional Journal of Management Reviews, v.10, n.1, p. 1-23, 2008.

GOMES, G.; GRUCHINSKI, M. R.; RIBEIRO, M. J. Softwares de Recrutamento e Seleção Online: Estudo Realizado em Empresas de Informática de Blumenau/SC. Revista de Tecnologia Aplicada, v. 1, n. 1, p. 12-25, 2012.

GONÇALVES, E. L. Estrutura Organizacional do Hospital Moderno. Revista de Administração de Empresas RAE, v. 38, n. 1, p. 80-90, São Paulo, 1998.

GONÇALVES, P. C. et al. Stakeholders na Atividade Hospitalar: uma investigação setorial no estado de São Paulo. Revista de Administração FACES, Belo Horizonte, v. 7, n. 2, p. 84-101, abr./jun. 2008.

GUIMARÃES, E. M. P.; ÉVORA, Y. D. M. Sistema de informação: instrumento para tomada de decisão no exercício da gerência. Brasília: Ci. Inf, 2004.

GUIMARÃES, J. C. C. C.; TAVARES, M. C. O BSC e a administração dos consórcios intermunici-pais de saúde: um estudo de caso sobre sua aplicabilidade. Revista Ibero-Americana de Estratégia, v. 11, n. 3, p. 234-262, 2012.

HOFFMANN, V. E. Pesquisas Sobre Estratégias e Processo de Elaboração de Estratégias. Tra-balho de conclusão de disciplina, 2003.

HUNGER, J. D.; WHEELEN, T. L. Gestão Estratégica: Princípios e Práticas. 2 Ed. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso Editores, 2002.

KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. Organização Orientada para a Estratégia: Como as Empresas que Adotam o Balanced Scorecard Prosperam no Novo Ambiente de Negócios. 17 Ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000.

KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. Using the Balanced Scorecard as a Strategic Management Sys-tem. Harvard Business Review, v. 74, n.1, p.75-87, jan./fev., 1996.

LA FORGIA, G. M.; COUTTOLENC, B. F. Desempenho hospitalar no Brasil: em busca da exce-lência. São Paulo: Singular, 2009.

LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais: Administrando a Empresa Digital. 5 Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.

MALIK, A. M; PENA, F. P. M. Administração estratégica em hospitais. São Paulo: FGV/EAESP NPP relatório 21/2003.

MILES, R., SNOW, C. C. Organizational strategy, structure, and process. New York:McGraw-Hill, 1978..

MINTZBERG, H. Strategy making in three modes. Californian Management Review, v. 16, n.2, winter, 1973.

MITCHELL, R. K., AGLE, B. R., WOOD, D. J. Toward a theory of stakeholder identification and salience: defining the principle of who and what really counts. Academy of Management Review, New York, Jstor, v. 22, n. 4, p. 853-886, Oct., 1997.

MORAES, L. V. S.; SILVA, M. A.; CUNHA, C. J. C. A. A Dinâmica da Aprendizagem Gerencial em Um Hospital. Revista de Administração de Empresas RAE, v. 3, n. 2, art. 18, São Paulo, jul/dez 2004.

NIVEN, Paul R. Balanced Scorecard passo a passo: Elevando o Desempenho e Mantendo Resultados. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.

OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento Estratégico: Conceitos, Metodologia e Práticas. 22 Ed. São Paulo: Atlas, 2006.

OSBORNE, C. S. Systems for sustainable organizations: emergent strategies, interactive con-trols and semi-formal information. Journal of Management Studies, v. 35, 4, p. 481-509, July 1998.

RIGBY, D. K. Ferramentas de Gestão: Um Guia para Executivos. São Paulo, Bain & Company, 2009.

RIVERA, F. J. U.; ARTMANN, E. Planejamento e Gestão em Saúde: Flexibilidade Metodológica e Agir Comunicativo. Ciência e Saúde Coletiva, v. 4, n. 2, p. 355-365, 1999.

SERTEK, P.; GUINDANI, R. A.; MARTINS, T. S. Administração e Planejamento Estratégico. 2 Ed. Curitiba: Ibpex, 2009.

SILVA, S. J. T.; ESCRIVÃO FILHO, E.; TERENCE, A. C. F. Planejamento estratégico e operacional na pequena empresa: um estudo sobre a sua influencia no desempenho dos empreendimentos do setor de base tecnológica de São Carlos/SP. Revista de Negócios, v. 14, p. 29-45, 2009.

SOBANSKI, J. J. Prática de orçamento empresarial: um exercício programado. (3a ed.), São Paulo: Atlas, 1994.

SOUZA, A. A. et al. Indicadores de Desempenho para Hospitais: Análise a partir de Dados Di-vulgados para o Público em Geral. Congresso USP de iniciação científica em contabilidade, 7º, 2010 São Paulo, Anais do FIPECAFI USP, São Paulo 2010. Disponível em Acesso em 03.10.2011.

TAVARES, M. C. Gestão Estratégica. 2 Ed. São Paulo: Atlas, 2007.

VENDRUSCOLO, B. M. F. A influência de ferramentas de gestão estratégica e de stakeholders no desempenho de organizações do ramo particular de saúde do Distrito Federal. 2011. 76 f. Monografia (Bacharelado em Administração) Universidade de Brasília, Brasília, 2011.

VENDRUSCOLO, B. M. F.; HOFFMANN, V. E.; FREITAS, C. A. Ferramentas de gestão estratégica, stakeholders e desempenho de organizações do ramo particular de saúde do Distrito Federal. Revista Ibero-Americana de Estratégia, v. 11, p. 30-61, 2012.

WELSCH, G. A. Orçamento Empresarial. São Paulo: Atlas, 1983. ZAGO, C. A. et al. Modelo de avaliação de desempenho logístico com base no Balanced Score-card (BSC): proposta para uma pequena empresa. Revista da Micro e Pequena Empresa, v. 2, n. 2, p. 19-37, 2008.

ZAIRI, M.; LEONARD, P. Benchmarking Prático: O Guia Completo. São Paulo: Atlas, 1995.