Projetando organizações matriciais que funcionam: lições do caso P&G Outros Idiomas

ID:
32619
Resumo:
O conceito de organização matricial emergiu da indústria aeroespacial nos anos 1960 e foi adotado por muitas empresas no início dos anos 1970. No final dos anos 1970 e início dos anos 1980, muitas companhias tiveram problemas com esta forma de organização e muitas argumentara, como Peters e Waterman no sue bestseller In search of excellence em 1982 (p. 306) que a matriz era muito complexa para funcionar adequadamente. Galbraith (2009, p. 10-14) explica que a razão para os problemas era que a matriz nestas organizações era adotada erradamente, instalada apressadamente e implementada inapropriadamente. Ele explica que a adoção estrutura matricial requer uma organização de forma colaborativa, poder apropriado e distribuição de responsabilidades, complementando mudanças nos sistemas de informação, planejamento e orçamentação, no sistema de avaliação de desempenho e bônus e, assim por diante. O propósito deste artigo é ilustrar porque empresas adotaram a matriz, que probleas tiveram e as soluções para estes problemas com base em Galbraith (2009) e outros autores como Davis & Lawrence (1977), e o estado da arte em projeto de estrutura matricial atual, como a P&G front-back hybrid matrix organization. Para ilustrar a evolução histórica da estrutura organizacional para a matriz simples e depois para matriz mais complexa utilizou-se o caso P&G (Piskorski & Spadini 2007).
Citação ABNT:
DEGEN, R. J.Designing matrix organizations that work: lessons from the P&G case. Revista Eletrônica de Estratégia & Negócios, v. 2, n. 1, p. 179-211, 2009.
Citação APA:
Degen, R. J.(2009). Designing matrix organizations that work: lessons from the P&G case. Revista Eletrônica de Estratégia & Negócios, 2(1), 179-211.
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/32619/projetando-organizacoes-matriciais-que-funcionam--licoes-do-caso-p-g/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Inglês