Inovação em Micro e Pequenas Empresas por meio do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas Outros Idiomas

ID:
38097
Resumo:
Este artigo relata os resultados de uma pesquisa realizada com norte em dois objetivos: o primeiro, traçar o perfil, institucional, estrutural e operacional de um sistema de apoio a inovações de baixa complexidade para empreendimentos de pequeno porte (SBRT), organizado no formato de rede nacional de agentes acadêmicos, tecnológicos e representativos do meio empresarial; e o segundo (e principal) estabelecer um paralelismo entre a estratégia predominante do SBRT e a estratégia, alternativa e inovadora, adotada por um dos agentes da rede. A pesquisa, qualitativa, exploratória e delineada como um estudo survey, revelou que a estratégia central da rede é a de atendimento a demandas espontâneas, restringindo-se à prestação de serviços de elaboração de notas técnicas. Já a instituição cujas atividades foram avaliadas buscou diferenciar suas atividades, adotando uma estratégia de indução de demandas, que vai além da simples elaboração de notas técnicas e passa a atuar como efetivo agente de inovações.
Citação ABNT:
BARBOZA, R. A. B.; FONSECA, S. A.; RAMALHEIRO, G. C. F. Inovação em Micro e Pequenas Empresas por meio do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Innovation and Management Review, v. 12, n. 3, p. 329-349, 2015.
Citação APA:
Barboza, R. A. B., Fonseca, S. A., & Ramalheiro, G. C. F. (2015). Inovação em Micro e Pequenas Empresas por meio do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Innovation and Management Review, 12(3), 329-349.
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/38097/inovacao-em-micro-e-pequenas-empresas-por-meio-do-servico-brasileiro-de-respostas-tecnicas/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
Amato Neto, J., & Olave, M. E. L. (2005). A formação de redes de cooperação e clusters em países emergentes: uma alternativa para PMEs no Brasil. In: J. AMATO NETO (Org.), Redes entre organizações: domínio do conhecimento e da eficácia operacional (1st ed., pp. 68 – 93). São Paulo: Atlas.

Barge-Gil, A. (2010). Cooperation-based innovators and peripheral cooperators: an empirical analysis of their characteristics and behavior. Technovation, 30(3), 195–206. Retrieved from: .

Bodas Freitas, I. M., Geuna, A., & Rossi, F. (2013). Finding the right partners: institutional and personal modes of governance of university–industry interactions. Research Policy, 42(1), 50–62. Retrieved from: .

Castelli, P. G., & Wilkinson, J. (2013, December 8). Conhecimento tradicional, inovação e direitos de proteção. Estudos, Sociedade e Agricultura. Retrieved from: .

Chesbrough, H. W. (2003). Open innovation: the new imperative for creating and profiting from technology (1st ed.). Boston: Harvard Business School Press.

D’Este, P., Iammarino, S., Savona, M., & von Tunzelmann, N. (2012). What hampers innovation? Revealed barriers versus deterring barriers. Research Policy, 41(2), 482–488. Retrieved from: .

Doh, S., & Kim, B. (2014). Government support for SME innovations in the regional industries: The case of government financial support program in South Korea. Research Policy, 43(9), 1557–1569. Retrieved from: .

Fonseca, S. A., & Barboza, R. A. B. (2014). Relatório de atividades sistema integrado de respostas técnicas universidade estadual paulista (UNESP). Araraquara. Retrieved from: .

Freel, M. S. (2000). Barriers to product innovation in small manufacturing firms. International Small Business Journal, 18(2), 60–80. Retrieved from: .

Grimpe, C., & Sofka, W. (2009). Search patterns and absorptive capacity: Lowand high-technology sectors in European countries. Research Policy, 38(3), 495–506. Retrieved from: .

Heidenreich, M. (2009). Innovation patterns and location of European lowand medium-technology industries. Research Policy, 38(3), 483–494. Retrieved from: .

Huizingh, E. K. R. E. (2011). Open innovation: State of the art and future perspectives. Technovation, 31(1), 2–9. Retrieved from: .

Kalar, B., & Antoncic, B. (2015). The entrepreneurial university, academic activities and technology and knowledge transfer in four European countries. Technovation, 36-37, 1–11. Retrieved from: .

Kirner, E., Kinkel, S., & Jaeger, A. (2009). Innovation paths and the innovation performance of lowtechnology firms-An empirical analysis of German industry. Research Policy, 38(3), 447–458. Retrieved from: .

Landry, R., Amara, N., Cloutier, J.-S., & Halilem, N. (2013). Technology transfer organizations: services and business models. Technovation, 33(12), 431–449. Retrieved from: .

Love, J. H., Roper, S., & Vahter, P. (2014). Dynamic complementarities in innovation strategies. Research Policy, 43(10), 1774–1784. Retrieved from: .

McGuirk, H., Lenihan, H., & Hart, M. (2015). Measuring the impact of innovative human capital on small firms’ propensity to innovate. Research Policy, 44(4), 965–976. Retrieved from: .

McKelvey, M., Zaring, O., & Ljungberg, D. (2014). Creating innovative opportunities through research collaboration: An evolutionary framework and empirical illustration in engineering. Technovation, 39, 26–36. Retrieved from: .

Minayo, M. C. de S., Assis, S. G. de, & Souza, E. R. de. (2014). Avaliação por triangulação de métodos: Abordagem de Programas Sociais (4th ed.). Rio de Janeiro: Editora Fio Cruz. Mundt, M., & Bignetti, L. P. (1992). Apoio tecnológico a empresas de pequeno porte. São Paulo:USP/FEA/IA/PACTo.

Mundt, M., & Bignetti, L. P. (1992). Apoio tecnológico a empresas de pequeno porte. São Paulo:USP/FEA/IA/PACTo.

Nunes, P. M., Serrasqueiro, Z., & Leitão, J. (2012). Is there a linear relationship between R&D intensity and growth? Empirical evidence of non-high-tech vs. high-tech SMEs. Research Policy, 41(1), 36–53. Retrieved from:

Oakey, R., Rothwell, R., & Coope, S. (1988). The management of innovation in high-technology small firms: innovation and regional development in Britain and the United States (1st ed.). New York: Quorum Books.

Quandt, C. O. (2012, April 24). Redes de cooperação e inovação localizada: estudo de caso de um arranjo produtivo local. RAI: revista de administração e inovação. Retrieved from: .

Radas, S., & Božić, L. (2009). The antecedents of SME innovativeness in an emerging transition economy. Technovation, 29(6-7), 438–450. Retrieved from: .

Schumpeter, J. A. (1934). Teoria do desenvolvimento econômico: um estudo sobre lucro empresarial, capital, credito, juro e ciclo da conjuntura. Harvard University Press (1st ed.).

Schumpeter, J. A. (1961). Capitalismo, socialismo e democracia. Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura S.A.

Sebrae. (2015). Pequenos negócios em números. Brasília. Retrieved from: .

Selltiz, C., Wrightsman, L., Cook, S., & Kidder, L. (1987). Métodos de Pesquisa nas Relações Sociais. São Paulo: EPU – Editora Pedagógica e Universitária Ltda.

Solomon, G. T., Bryant, A., May, K., & Perry, V. (2013). Survival of the fittest: Technical assistance, survival and growth of small businesses and implications for public policy. Technovation, 33(8-9), 292–301. Retrieved from: .

Spithoven, A., Clarysse, B., & Knockaert, M. (2011). Building absorptive capacity to organise inbound open innovation in traditional industries. Technovation, 31(1), 10–21. Retrieved from: .

Theodorakopoulos, N., Snchez Preciado, D. J., & Bennett, D. (2012). Transferring technology from university to rural industry within a developing economy context: The case for nurturing communities of practice. Technovation, 32(9-10), 550–559. Retrieved from: .

Tödtling, F., Lehner, P., & Kaufmann, A. (2009). Do different types of innovation rely on specific kinds of knowledge interactions? Technovation, 29(1), 59–71. Retrieved from: .

Velu, C. (2014). Business model innovation and third-party alliance on the survival of new firms. Technovation, 35, 1–11. Retrieved from: .

Vieira Filho, J. E. R., & Silveira, J. M. F. J. da. (2012). Mudança tecnológica na agricultura: uma revisão crítica da literatura e o papel das economias de aprendizado. Revista de Economia e Sociologia Rural, 50(4), 721–742. Retrieved from:

Vrgovic, P., Vidicki, P., Glassman, B., & Walton, A. (2014). Open innovation for SMEs in developing countries – An intermediated communication network model for collaboration beyond obstacles. Retrieved from: .

Yin, R. K. (2010). Estudo de caso: planejamento e métodos. Porto Alegre: BOOKMAN.