Competitividade da indústria têxtil brasileira Outros Idiomas

ID:
3995
Resumo:
Tendo como base (i) a revisão sumária da literatura em torno de temas relacionados à caracterização da estrutura da indústria (Porter, 1996) e uma tipologia baseada em padrões de progresso técnico (Pavitt, 1984) bem como (ii) uma exposição das mudanças institucionais e econômicas recentes que afetaram o ambiente de inserção da indústria, este artigo tem por objetivo investigar a competitividade da indústria têxtil brasileira diante do acirramento da concorrência internacional. A rigor, ao longo dos anos, a indústria têxtil brasileira foi perdendo de forma sistemática competitividade internacional. Em grande medida, esse fato é decorrência do longo período de proteção de que desfrutou essa indústria. Particularmente, no caso da indústria do algodão, a indústria brasileira revela padrões de competitividade internacional. Já no caso da indústria do poliéster, o que se observa é um processo de desestruturação profundo devido ao baixo nível de competitividade internacional dessa indústria, em grande medida, decorrente do precário padrão de competitividade da indústria petroquímica brasileira.
Citação ABNT:
RANGEL, A. S.; SILVA, M. M.; COSTA, B. K. Competitividade da indústria têxtil brasileira. Innovation and Management Review, v. 7, n. 1, art. 61, p. 109-126, 2010.
Citação APA:
Rangel, A. S., Silva, M. M., & Costa, B. K. (2010). Competitividade da indústria têxtil brasileira. Innovation and Management Review, 7(1), 109-126.
DOI:
10.5773/rai.v7i1.254
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/3995/competitividade-da-industria-textil-brasileira/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
Campanario, M. A.; Silva, M. M. (2004). Fundamentos de uma nova política industrial. In M. T. L. Fleury & A. Fleury (Orgs.), Política industrial 1. p. 13-45. São Paulo: Publifolha.

Carvalho, M. M.; Serra, N. (1998). Estratégias competitivas da cadeia têxtil e vestuário paulista. Anais do Congresso Internacional de Engenharia Industrial, v. 18. p. 1-8. Rio de Janeiro: ABEPRO.

Conferência Internacional Têxtil Confecção (1995). Rio de Janeiro: SENAI/CETIQT.

Ferguson, C. E. (1989). Microeconomia. Rio de Janeiro: Forense.

Fleury, A. C. C.; Fleury, M. T. L. (2001). A competitividade das cadeias produtivas da indústria têxtil baseadas em fibras químicas. São Paulo: Fundação Vanzolini.

Garcia, O. L. (1993). Estudo da competitividade da indústria brasileira: competitividade da indústria têxtil. Campinas: Unicamp.

Gomes, R.; Strachman, E.; Pieroni, J. P.; Silva, A. O. (2007). Abertura comercial, internacionalização e competitividade: a indústria brasileira de máquinas têxteis após os anos 1990. Economia e Sociedade, 16(3), 405-433.

Gorini, A. P. F. (2000). Panorama do setor têxtil no Brasil e no mundo: reestruturação e perspectivas. BNDES Setorial, v. 12, 17-50.

Haguenauer, L.; Bahia, L. D.; Castro, P. F.; Ribeiro, M. B. (2001). Evolução das cadeias produtivas brasileiras na década de 90. Brasília: IPEA.

Instituto de Estudos e Marketing Industrial. (2007). Relatório setorial da indústria têxtil. São Paulo: Autor.

Instituto de Pesquisas Tecnológicas. (1988). Programa de atualização tecnológica industrial. São Paulo: Autor.

Maluf, E.; Kolbe, W. (2003). Dados técnicos para a indústria têxtil: manual. 2a ed. São Paulo: IPT.

Pavitt, K. (1984). Sectoral patterns of technical change: towards a taxonomy and a theory. Research Policy, 13(6), 343-373.

Porter, M. E. (1996). Estratégia competitiva. Rio de Janeiro: Campus.

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. (1991). Programa setorial de qualidade e produtividade: cadeia têxtil. Rio de Janeiro: SENAI/ CETIQT.

Silva, M. M. (2003). Pela implementação dos fundamentos de uma política industrial. Inova Gestão e Tecnologia, 10(35), 6-6.