O Secretário Executivo Bilíngue como Agente Facilitador em Negociações do Mercosul Outros Idiomas

ID:
40732
Resumo:
Esteartigo tem como objetivolevar a uma reflexão sobre a possível atuação do Secretário Executivo Bilíngue (SEB), como agente facilitador na comunicação e negociação organizacional noMercosul, conjunto de habilidades técnicas, que lhes foram acrescentadas após a regulamentação da profissão com as Leis 7.377 e 9.261. Tendo em vista que todos os países componentes desse bloco, exceto o Brasil,falam espanhol e muitas empresas têm demandado de profissionais que tenham uma visão corporativa e domínio de línguas estrangeiras, como um fator chave no processo de internacionalização, apresenta-se como problemática, a seguinte questão: como o SEB, pode promover um diferencial competitivo para as organizações? Quanto a sua metodologia, optou-se pelo método dedutivo-exploratório que esclarece e modifica conceitos e ideias. Conclui-se que com as mudanças na economia mundial e a criação de blocos como o Mercosul, as empresas brasileiras necessitam de profissionais que atendam as exigências do mercado empresarial global.Por isso, o SEB está capacitado para atuar como agente facilitador em negociaçõescomerciais nesse bloco econômico, por dispor da fluência na língua espanhola e pelas suas competências gerencias.
Citação ABNT:
NASCIMENTO, H. R. F.; SILVA, K. J. A. O Secretário Executivo Bilíngue como Agente Facilitador em Negociações do Mercosul . Revista de Gestão e Secretariado, v. 6, n. 3, p. 117-128, 2015.
Citação APA:
Nascimento, H. R. F., & Silva, K. J. A. (2015). O Secretário Executivo Bilíngue como Agente Facilitador em Negociações do Mercosul . Revista de Gestão e Secretariado, 6(3), 117-128.
DOI:
10.7769/gesec.v6i3.440
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/40732/o-secretario-executivo-bilingue-como-agente-facilitador-em-negociacoes-do-mercosul-/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
Bahamond, Waldo Mancilla. (2012). Razões por que você deve aprender espanhol. Recuperado em 10 de novembro, 2012, de.

Bonde, Maria Thereza. (2009). In Oliveira, Marlene. Manual do profissional de secretariado: secretário como cogestor. 2a ed. Paraná: Editora IBPEX.

Cielo, Ivanete Daga; Schmidt, Carla Maria; Kühn, Marta Karina Schmitz (2010). A empregabilidade do profissional de Secretariado Executivo: uma análise empírica na Unioeste-campus de Toledo. Revista Expectativa, 6(9).

D’Elia, Bete; Amorim, Magali; Sita, Mauricio. (2013). Excelência no Secretariado: A importância da profissão nos processos decisórios. São Paulo: Editora Ser Mais.

Gil, Antonio Carlos. (2008). Métodos e técnicas de pesquisa social. 6a ed. São Paulo: Atlas.

Lacombe, Francisco José Masset. (2003). Administração: princípios e tendências. São Paulo: Saraiva.

Lopes, José Vazquez. (2009). Comércio exterior brasileiro. 9a ed. São Paulo: Atlas.

Maia, Jayme de Mariz. (2011). Economia internacional e gestão do comércio exterior. 14a ed. São Paulo: Atlas.

Neiva, Edméa Garcia; D'Elia, Maria Elizabete Silva. (2009). As novas competências do profissional de secretariado. 2a ed. São Paulo: IOB.

Pinheiro, Juliano Lima. (2009). Mercado de capitais. São Paulo: Atlas.

Santos, M. P. (2012). Importância do domínio de línguas estrangeiras pelos profissionais de Secretariado Executivo para atuação no mercado de trabalho em tempos de globalização: uma abordagem crítico-reflexiva. Revista de Gestão e Secretariado, 3(1), 94-94.

Sedycias, J. (2005). Por que os brasileiros devem aprender espanhol? In: Sedycias, J.(Org.) O Espanhol no Brasil: passado, presente, futuro. São Paulo: Parábola.

Veiga, Denize Rachel. (2010). Guia de secretariado: técnicas e comportamento. 3 ed. São Paulo: Érica.