Adesão aos novos mercados da BOVESPA: Novo mercado, nível 1 e nível 2 – determinantes e consequências Outros Idiomas

ID:
4487
Resumo:
Este artigo estuda os determinantes e as conseqüências da adesão de empresas brasileiras aos novos mercados da BOVESPA: Novo Mercado, Nível 1 e Nível 2. Desde 2001 mais de 61 empresas passaram a serem transacionadas nestes mercados com o objetivo de adotar maiores níveis de disclosure e de governança corporativa. Entre os determinantes, encontrou-se que empresas de maior porte, mais lucrativas, negociadas em mercado estrangeiro (ADRs), e com menor concentração de acionista no controle acionário tem maior probabilidade de aderir os novos mercados. No que diz respeito às conseqüências, encontrou-se que as empresas que aderiram os novos mercados apresentam maiores níveis de liquidez que empresas transacionadas no mercado tradicional da BOVESPA. Além disso, as empresas que aderiram ao Nível 2 e ao Novo Mercado (mercados com maiores requerimentos de disclosure e de governança) experimentaram um aumento de liquidez em relação ao nível de liquidez anterior a adesão.
Citação ABNT:
PROCIANOY, J. L.; VERDI, R. Adesão aos novos mercados da BOVESPA: Novo mercado, nível 1 e nível 2 – determinantes e consequências. Revista Brasileira de Finanças, v. 7, n. 1, art. 81, p. 107-136, 2009.
Citação APA:
Procianoy, J. L., & Verdi, R. (2009). Adesão aos novos mercados da BOVESPA: Novo mercado, nível 1 e nível 2 – determinantes e consequências. Revista Brasileira de Finanças, 7(1), 107-136.
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Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português