Análise Comparativa de Redes Hospitalares: Diferenças entre o Público - Privado Outros Idiomas

ID:
45010
Resumo:
O presente analisa e compara os fatores relacionais – atuação em rede, cooperação e aprendizagem relacional – de duas redes hospitalares, a rede pública FHEMIG (Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais) e a rede privada da Região Metropolitana da Grande Vitória (ES). A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas e questionários estruturados com gestores participantes do processo decisório. Os métodos de análise utilizados foram Regressão Linear e Análise de Redes. As hipóteses utilizadas para este estudo são: (i) atuar em rede me leva a cooperar; (ii) cooperar me leva a aprender com a rede, e; (iii) aprender com a rede me leva a reforçar minha atuação. Após a análise dos dados coletados, percebe-se que o elo de cooperação entre os hospitais é muito intenso, principalmente na rede pública. Além disso, os dados inferem que as trocas entre eles funcionam como relações colaborativas, visando à manutenção do sistema de saúde a partir do compartilhamento de competências e recursos.
Citação ABNT:
GONÇALVES, C. A.; FERREIRA, R. F. C.; COSTA, B. K. Análise Comparativa de Redes Hospitalares: Diferenças entre o Público - Privado. Revista Ibero-Americana de Estratégia, v. 16, n. 1, p. 54-68, 2017.
Citação APA:
Gonçalves, C. A., Ferreira, R. F. C., & Costa, B. K. (2017). Análise Comparativa de Redes Hospitalares: Diferenças entre o Público - Privado. Revista Ibero-Americana de Estratégia, 16(1), 54-68.
DOI:
10.5585/riae.v16i1.2430
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/45010/analise-comparativa-de-redes-hospitalares--diferencas-entre-o-publico---privado/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
Ahuja, G. (2000). Collaboration networks, structural holes, and innovation: A longitudinal study. Administrative science quarterly, 45(3), 425-455.

Amato Neto, J. (2000). Redes de cooperação produtiva e clusters regionais: oportunidades para as pequenas e médias empresas. Editora Atlas.

Azevedo, T. B. D., & Rodriguez, M. V. R. Y. (2010). Softwares para análise de redes sociais–ARS. In VI Congresso Nacional de Excelência em Gestão. Niterói.

Balestrin, A., & Fayard, P. (2003). Redes interorganizacionais como espaço de criação de conhecimento. XXVII Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração. Anais, Atibaia: ANPAD.

Balestrin, A., Verschoore, J. R., & Junior, E. R. (2010). O Campo de Estudo sobre Redes de Cooperação Interorganizacional no Brasil. Revista de Administração Contemporânea, 14(3), 459.

Balestrin, A., Verschoore, J. R., & Perucia, A. (2014). A Visão Relacional da Estratégia: Evidências Empíricas em Redes de Cooperação Empresarial.

Barringer, B. R., & Harrison, J. S. (2000). Walking a tightrope: Creating value through interorganizational relationships. Journal of management, 26(3), 367-403.

Borgatti, S. P. (2002). NetDraw: Graph visualization software. Harvard: Analytic Technologies.

Borgatti, S. P., & Foster, P. C. (2003). The network paradigm in organizational research: A review and typology. Journal of management, 29(6), 991-1013. Brasil.

Burt, R. S. (2009). Structural holes: The social structure of competition. Harvard university press.

Carrington, P. J., Scott, J., & Wasserman, S. (Eds.). (2005). Models and methods in social network analysis (Vol. 28). Cambridge university press.

Castells, M. (1999). A sociedade em rede, vol. 1. São Paulo: Paz e Terra.

Daft, R. L. (2006). Administração. Pioneira Thomson Learning.

De Borba, G. S., & Neto, F. J. K. (2008). Gestão Hospitalar: identificação das práticas de aprendizagem existentes em hospitais. Saúde e Sociedade, 17(1), 44-60.

Drucker, P. F. (1999). Sociedade pós-capitalista. Rio de Janeiro.

Espirito Santo (Estado). (2005). Lei complementar nº 318, de 17 janeiro de 2005. Reestrutura a Região Metropolitana da Grande Vitória RMGV. Diário Oficial do Espírito Santo.

Fleury, A. C. C., & Fleury, M. T. L. (1997). Aprendizagem e inovação organizacional: as experiências de Japão, Coréia e Brasil. Atlas.

Freeman, L. (2004). The development of social network analysis. A Study in the Sociology of Science.

Freeman, L. C. (1996). Some antecedents of social network analysis.Connections, 19(1), 39-42.

Glouberman, S., & Mintzberg, H. (2001). Managing the care of health and the cure of disease—Part I: Differentiation. Health care management review,26(1), 56-69.

Gonçalves, C. A., & de Moraes Meirelles, A. (2004). Projetos e relatórios de pesquisa em administração. Atlas.

Gonçalves, C. A., Lebarcky, F. V., & Muylder, C. F. (2015). As Cinco Forças Amizade, Contato, Aprendizado, Cooperação e Competição como Campo de Força Estratégica de Redes: um estudo no setor de calçados e bolsas.Revista de Ciências da Administração, 17(42), 38.

Granovetter, M. S. (1973). The strength of weak ties. American journal of sociology, 1360-1380.

Gulati, R., & Gargiulo, M. (1999). Where do interorganizational networks come from? 1. American journal of sociology, 104(5), 1439-1493.

Hair Junior, J. F., Anderson, R. E., Tatham, R. L., & Black, W. C. (2005). Análise multivariada de dados.

Hitt, M. A., Ireland, R. D., & Hoskisson, R. E. (2008). Administração estratégica. Pioneira Thomson Learning.

Jarillo, J. C. (1988). On strategic networks. Strategic management journal,9(1), 31-41.

La Forgia, G. M., & Couttolenc, B. F. (2009). Desempenho hospitalar no Brasil. São Paulo: Singular.

Lago Júnior, M. W. D. (2005). Redes sociais informais intraorganizacionais e os processos de mudanças organizacionais: Estudo em uma empresa de tecnologia da informação.

Lazzarini, S. G. (2008). Empresas em rede. São Paulo: Cengage Learning, 17-34.

Malhotra, N. K. (2012). Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. Bookman Editora.

Marsden, P. V. (2005). Recent developments in network measurement.Models and methods in social network analysis, 8, 30.

Migueletto, D. C. (2001). Organizações em rede. Rio de Janeiro, 96.

Ministério da Saúde. (2009). O SUS de A a Z: garantindo saúde nos municípios, Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde, 3. ed. Brasília: Ed. do Ministério da Saúde.

Ministério da Saúde. (2011) Cadastro Nacional de estabelecimento de saúde. Acesso em: 13 de jul. 2001b. Brasil.

Nonaka, I., & Takeuchi, H. (1997). Criação de conhecimento na empresa: como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. Rio de Janeiro. Campus, 16, 360.

Owen-Smith, J., & Powell, W. W. (2004). Knowledge networks as channels and conduits: The effects of spillovers in the Boston biotechnology community. Organization science, 15(1), 5-21.

Peci, A. (1999). Emergência e proliferação de redes organizacionais: marcando mudanças no mundo de negócios. Revista de Administração Pública, 33(6), 7-24.

Phelps, C., Heidl, R., & Wadhwa, A. (2012). Knowledge, networks, and knowledge networks a review and research agenda. Journal of Management, 38(4), 1115-1166.

Porter, M. E., & Teisberg, E. O. (2007). Repensando a saúde. Bookman.

Porter, Michael E. "Cluster and the new economics of competition." (1998).

Prahalad, C. K., & Hamel, G. (2005). Competindo pelo futuro: estratégias inovadoras para obter o controle do seu setor e criar os mercados de amanhã. Gulf Professional Publishing.

Provan, K. G., Fish, A., & Sydow, J. (2007). Interorganizational networks at the network level: A review of the empirical literature on whole networks.Journal of management, 33(3), 479-516.

Provan, K. G., & Milward, H. B. (1995). A preliminary theory of interorganizational network effectiveness: A comparative study of four community mental health systems. Administrative science quarterly, 133.

Ring, P. S., & Van de Ven, A. H. (1994). Developmental processes of cooperative interorganizational relationships. Academy of management review, 19(1), 90-118.

Santos, A. C. (1998). Análise Setorial: Sistema Hospitalar. São Paulo: Gazeta Mercantil.

Scott, J. (2012). Social network analysis. Sage.

Senge, P. M. (2009). A quinta disciplina: arte e prática da organização que aprende. Best Seller.

Shortell, S. M., & Kaluzny, A. D. (2000). Health care management: organization, design, and behavior. Cengage Learning.

Smith, K. G., Carroll, S. J., & Ashford, S. J. (1995). Intra-and interorganizational cooperation: Toward a research agenda. Academy of Management journal, 38(1), 7-23.

Vasconcellos, G. M. V., & Lopes, H. E. G. (2010). Cooperação e Alianças: Perspectivas Teóricas e suas Articulações no Contexto do Pensamento Estratégico/Alliances and Cooperation: Theoretical Outlooks in the Realm of Strategic Thought. Revista de Administração Contemporânea, 14(4), 722.

Verschoore, J. R. (2004). Redes de cooperação: uma nova organização de pequenas e médias empresas no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: FEE, 1-46.

Wasserman, S., & Faust, K. (1994). Social network analysis: Methods and applications (Vol. 8). Cambridge university press.