Como as Ações Autônomas Influenciam o Processo de Formação da Estratégia na Gestão do Curso EaD de Administração Pública da Universidade Federal de Santa Catarina Outros Idiomas

ID:
45590
Resumo:
O objetivo deste estudo foi analisar como as ações autônomas influenciam o processo de formação da estratégia (PFE) na gestão do curso de Administração Pública modalidade Educação a Distância (EaD) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foi adotada a metodologia qualitativa por meio de um estudo de caso. A seleção do caso foi realizada de forma intencional e por conveniência. As técnicas de coleta de dados utilizados basearam-se em pesquisa documental e entrevistas com roteiro semiestruturado com um representante de cada nível hierárquico. A análise dos dados aconteceu pela análise narrativa e técnica pattern-matching. As ações autônomas permitem modificar a estratégia da organização e tornar a organização mais flexível, pois apresenta informações e acontecimentos do dia a dia que muitas vezes fogem do que foi planejado. Os resultados evidenciaram a proposição inicial de que as ações autônomas influenciam o processo de formação da estratégia, contribuindo na interação entre o meio interno e o meio externo, aprimorando a gestão e os processos do curso.
Citação ABNT:
RIZZATTI, G.; LAVARDA, R. A. B. Como as Ações Autônomas Influenciam o Processo de Formação da Estratégia na Gestão do Curso EaD de Administração Pública da Universidade Federal de Santa Catarina . Gestão & Regionalidade, v. 33, n. 98, p. 67-82, 2017.
Citação APA:
Rizzatti, G., & Lavarda, R. A. B. (2017). Como as Ações Autônomas Influenciam o Processo de Formação da Estratégia na Gestão do Curso EaD de Administração Pública da Universidade Federal de Santa Catarina . Gestão & Regionalidade, 33(98), 67-82.
DOI:
10.13037/gr.vol33n98.3850
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/45590/como-as-acoes-autonomas-influenciam-o-processo-de-formacao-da-estrategia-na-gestao-do-curso-ead-de-administracao-publica-da-universidade-federal-de-santa-catarina-/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
ANDERSEN, T. J. Integrating the Strategy Formation Process: An International Perspective. European Management Journal, Glasgow, v. 22, n. 3, p. 263-272. 2004.

ANDERSEN, T. J. Short introduction to Strategic Management. Cambridge: University Printing House, 2013.

ANDERSEN, T. J. Strategic planning, autonomous actions and corporate performance. Long Range Planning, Vienna, v. 33, n. 2, p. 184-200, 2000.

ANDREWS, K. R. The Concept of Corporate Strategy. New York: Dow Jones-Irwin, 1971.

ANSOFF, I. Estratégia empresarial. São Paulo: McGrawHill, 1965.

ARETIO, L. G. Educación a distancia hoy. Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia, 1994.

BRASIL. Ministério da Educação Superior. Organização da Educação Superior. Disponível em: . Acesso em: 19 jul. 2015.

CHANDLER, A. Strategy and structure. Cambridge: MIT Press, 1962.

CHAVES, E. O. C. Tecnologia na educação, ensino a distância e aprendizagem mediada pela tecnologia. Campinas, 1999. Disponível em: . Acesso em: 4 abr. 2017.

FINGER, A. P. (Org.). et al. Gestão de Universidades: novas abordagens. Curitiba, Champagnat, 1997.

FLOYD, S. W.; WOOLDRIDGE, B. Middle Management Involvement in Strategy and its Association with Strategic Type: A Research Note. Strategic Management Journal, New Jersey, n. 13, p. 153-167, 1992.

GODOI, C. K.; BANDEIRA-DE-MELLO, R.; SILVA, A. B. Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, 2006.

GONÇALVES, M. A. S. Teoria da ação comunicativa de Habermas: possibilidades de uma ação educativa de cunho interdisciplinar na escola. Educação & Sociedade, Campinas, v. 20, n. 66, p. 125-140, 1999.

HABERMAS, J. Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1989.

HABERMAS, J. Teoria de la acción comunicativa I: racionalidad de la acción y racionalización social. Madrid: Taurus, 1987.

HABERMAS, J. Teoria de la acción comunicativa. Trad. Manuel Jiménez Redondo. Madrid: Taurus, 1988.

HART S. L. An Integrative Framework for StrategyMaking Processes. Academy of Management Review, New York, v. 17, p. 327-351, 1992.

JOHNSON, G.; MELIN, L.; WHITTINGTON, R. Micro Strategy and Strategizing: Towards an Activity-Based View. Journal of Management Studies, New Jersey, v. 40, n. 1, p. 3-22, 2003.

KERLINGER, F. N. Behavioral research: A conceptual approach. New York: Holt, Rinehart, and Winston, 1979.

LUCK, H. Gestão educacional: estratégia para a ação global e coletiva no ensino. In: Educação: caminhos e perspectivas. Curitiba: Champagnat, 1996.

MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.

MARIOTTO, F. L. Mobilizando estratégias emergentes. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 43, n. 2, p. 78-93, 2003.

MARIOTTO, F. L. Mobilizing emergente strategies. Relatório n. 10/2000. Núcleo de Pesquisas e Publicações. São Paulo: Eaesp/FGV, 2000.

MEYER JR., V.; MOREIRA, J. L. Extensão universitária: uma análise da experiência do curso de Medicina Veterinária da PUCPR. Revista Acadêmica, Curitiba, v. 2, n. 4, p. 55-61, 2004.

MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári da estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2000.

MINTZBERG, H. Patterns in strategy formation. Management Science, v. 29, n. 9, p. 934-48, 1978.

MINTZBERG, H.; QUINN, J. B. O processo da estratégia. 3. ed. Porto Alegre: Bookman. 2001

MINTZBERG, H. Strategic making in three modes. California Management Review, Berkeley, p. 44-53, 1973

MINTZBERG, H.; WATERS, J. A. Of strategies, deliberate and emergent. Strategic Management Journal, Catonsville, v. 6, n. 3, p. 257-272, 1985.

NONATO, H.; PINTO, E. Educação a distância – vantagens e desvantagens. Disponível em: . Acesso em: 4 abr. 2017.

NUNES, I. B. Noções de Educação a distância. 1994. Disponível em: Acesso em: 4 abr. 2015.

PRETI, O. Educação a Distância: uma prática educativa mediadora e mediatizada. Cuiabá: Nead/IE –UFMT. 1996.

SANTOS, E. M. Modelo conceitual de sistema de custos por atividades para as universidades: um estudo de na Universidade do Vale do Itajaí. 2001. 151 f. Dissertação (Mestrado) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. 2001

SCHWINGEL, A. T. ; GENEROSO, P. G. ; LAVARDA, R. B. A Dinâmica das Ações Cotidianas Articuladas pelos Coordenadores e Diretores na Implementação da Estratégia. Gestão & Regionalidade, São Paulo, v. 28, n. 84, p. 103-116, 2012.

STEINER, G. Top management planning. London: The McMillan Company, 1969.

TROCHIM, W. M. K. Outcome pattern matching and program theory. Evaluation and Program Planning, v. 12, p. 355-366, 1989.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Ministério da Educação. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Projeto Pedagógico do Curso Bacharelado em Administração Pública a distância: Santa Catarina: Universidade Federal de Santa Catarina. Disponível em: . Acesso em: 4 abr. 2017.

WHITTINGTON, R. National innovation and transnational variation. Keynote presentation, European Academy of Management. Bocconi University, Milan, 2003.

WHITTINGTON, R. Strategy as practice. Long Range Planning, New York, v. 29, n. 5, p. 731-735, 1996.

YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015