The Relationship between the Focus on Innovation and Economic Efficiency: A Study on Brazilian Electric Power Distribution Companies Outros Idiomas

ID:
45938
Resumo:
Law 9.991/2000, which provides about investments in research and development (R&D) to the electric sector in Brazil, prioritizes innovations thatprovide advances to the sector. In the electricity distribution segment, the focus is on improving the overall efficiency of companies. Therefore, thispaper aims to verify the correlation between the focus on innovation and relative economic efficiency. The survey was conducted in 2014 coveringdata from 2010 to 2013 of 20 exclusive electricity distribution companies listed on BM&FBovespa. This research is applied and descriptive,with a quantitative approach. In the data collection, the documentary strategy was used, with a technique of content analysis, collecting data inavailable documents. From the literature consulted, a scale was proposed to quantify the focus on innovation. To quantify the efficiency scores,Data Envelopment Analysis was used through Frontier Analyst software, based on accounting data. The main results with the scale of innovationindicate low focus on innovation in the companies surveyed. When there is no significant correlation between the innovation scores and theeconomic efficiency scores, other existing studies point out that, in Brazil, innovation efforts, in addition to being incipient, seek to comply withthe relevant legislation rather than the benefits of innovation.
Citação ABNT:
ZORZO, L. S.; DIEHL, C. A.; VENTURINI, J. C.; ZAMBON, E. P. The Relationship between the Focus on Innovation and Economic Efficiency: A Study on Brazilian Electric Power Distribution Companies. Innovation and Management Review, v. 14, n. 3, p. 235-249, 2017.
Citação APA:
Zorzo, L. S., Diehl, C. A., Venturini, J. C., & Zambon, E. P. (2017). The Relationship between the Focus on Innovation and Economic Efficiency: A Study on Brazilian Electric Power Distribution Companies. Innovation and Management Review, 14(3), 235-249.
DOI:
http://dx.doi.org/10.1016/j.rai.2017.03.011
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/45938/the-relationship-between-the-focus-on-innovation-and-economic-efficiency--a-study-on-brazilian-electric-power-distribution-companies/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Inglês
Referências:
Andriopoulos, C.; Lewis, M. W. (2009). Exploitation-exploration tensions and organizational ambidexterity: Managing paradoxes of innovation. Organization Science, 20(4), 696-717.

Archibugi, D.; Coco, A. (2004). A new indicator of technological capabilities for developed and developing countries (ArCr). World Development, 32(4), 629-654.

Badiola-Sanchez, A.; Coto-Millán, P. (2013). Creativity, innovation, and technical efficiency: An analysis from the Nordic countries and the Atlantic ARC. Journal of Knowledge Management, 11(1), 58-71.

Banker, R. D.; Charnes, A.; Cooper, W. W. (1984). Some models for estimating technical and scale inefficiencies in data envelopment analysis. Management Science, 30(9), 1078-1092.

Barros, H. M.; Claro, D. P.; Chaddad, F. R. (2009). Políticas para a inovação no Brasil: Efeitos sobre os setores de energia elétrica e de bens de informática. Revista de Administração Pública, 43(6), 1459-1486.

Baumol, W. J.; Litan, R. E.; Schramm, C. J. (2007). Sustaining entrepreneurialcapitalism. Capitalism and Society, 2(1), 1-36.

Brasil. (2014). Lei n◦9991/2000 de 24 de Julho de 2000. Dispõe sobre realização de investimentos em pesquisa e desenvolvimento e em eficiência energética por parte das empresas concessionárias, permissionárias e autorizadas do setor de energia elétrica, e da outras prov. Available at: http://www.aneel.gov.br/cedoc/blei20009991.pdf.

Brito, E. P.; Brito, L. A.; Morganti, F. (2009). Inovação e o desempenho empresarial: Lucro ou crescimento? RAE - Revista de Administração Eletrônica, 8(1).

Carvalho, R. Q.; Santos, G. V.; Barros Neto, M. C. (2013). R&D+ i strategic management in a public company in the Brazilian electric sector. Journal ofTechnology Management & Innovation, 8(2), 235-250.

Cavalcante, L. R.; De Negri, F. (2013). Índices compostos de inovação: Umaproposta de cálculo de ratings para empresas e projetos. In Nota técnica n◦ 13. Brasília: Ipea.

Çelen, A. (2013). Efficiency and productivity (TFP) of the Turkish electricity distribution companies: An application of two-stage (DEA&Tobit) analysis. Energy Policy, 63(1), 300-310.

Charnes, A.; Cooper, W. W.; Rhodes, E. (1978). Measuring the efficiency of decision-making units. European Journal of Operational Research, 2(6), 429-444.

Christensen, C. (2002). The rules of innovation: Innovation is widely considered a black art - But is it? Technology Review, 105(5), 33-38.

Claver-Cortés, C.; Pertusa-Ortega, E.; Molina-Azorín, J. (2012). Characteristics of organizational structure relating to hybrid competitive strategy: Implications for performance. Journal of Business Research, 65(7), 993-1002.

Cunha, J. C.; Silva, E.; Dias, J. C.; Girardi, S. (2008). Sistema setorial de inovação de energia elétrica no Brasil: Estrutura e trajetórias. In XXV Simpósio de Gestão da Inovação Tecnológica - Anpad.

Daza, E. F. (2014). Análise da regulação econômica do setor elétrico brasileiro. Dissertação de Mestrado em Economia. São Leopoldo: Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

Dosi, G. (1988). The nature of the innovative process. In G. Dosi, C. Freeman, R. Nelson, G. Silverberg, & L. Soete. (Eds.), Technical change and economic theory. London: Pinter.

Eggink, M. (2012). Innovation system performance: How to address the measurement of a system’s performance. Journal of Innovation & Business Best Practices, 2012(1), 1-9.

Farrell, M. J. (1957). The measurement of productive efficiency. Journal of the Royal Statistical Society, 120(3), 253-290.

Fernandino, J. A.; Oliveira, J. L. (2010). Arquiteturas organizacionais para a area de P&D em empresas do setor elétrico brasileiro. Revista de Administração Contemporânea, 14(6), 1073-1093.

Fipecafi. (2013). Manual de contabilidade societária. 2 ed. São Paulo: Atlas.

Frezatti, F.; Bido, D. S.; Cruz, A. P.; Machado, M. J. (2014). O papel do balanced scorecard na gestão da inovação. Revista de Administração de Empresas, 54(4), 381-392.

Gil, A. C. (2008). Métodos e técnicas de pesquisa social. 6 ed. São Paulo: Atlas.

Gray, D. E. (2012). Pesquisa no mundo real. 2 ed. Porto Alegre: Penso.

Guedes, C. F. B. (2010). Políticas públicas de estímulo à P&D: Uma avaliação dos resultado do programa regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel. Dissertação de mestrado em Administração. Brasília: Universidade de Brasília.

Hogan, S. J.; Coote, L. V. (2014). Organizational culture, innovation, and performance: A test of Schein’s model. Journal of Business Research, 67(8), 1609-1621.

Jasmab, T.; Pollitt, M. (2008). Liberalization and R&D in network industries: The case of the electricity industry. Research Policy, 37(6), 995-1008.

Jiménez-Jiménez, D.; Sanz-Valle, R. (2011). Innovation, organizational learning, and performance. Journal of Business Research, 64(4), 408-417.

Kimura, H.; Kayo, E. K.; Pereira, L. C.; Kerr, R. B. (2012). Estudo da influência da governança corporativa e do ambiente institucional dos países na lucratividade das empresas. BASE - Revista de Administração e Contabilidade da Unisinos, 9(2), 101-111.

Kotler, P. (1964). Marketing mix decisions for new products. Journal of Mar- keting Research (JMR), 1(1), 43-49.

Liu, L.; Leitner, D. (2012). Simultaneous pursuit of innovation and efficiency in complex engineering projects - A study of the antecedents and impacts of ambidexterity in project teams. Project Management Journal, 43(6), 97-110.

Martins, V. Q. (2014). Eficiência econômica em empresas distribuidoras de energia elétrica: Um estudo com base na análise envoltória de dados. Mestrado de Ciências Contábeis. São Leopoldo: Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

Merton, R. C. (2013). Innovation risk: How to make smarter decisions. Harvard Business Review, 91(4), 48-56.

Miles, R. E.; Snow, C.; Meyer, A. D.; Coleman Junior, H. J. (1978). Organizational strategy, structure, and process. Academy of Management Review, 3(1), 546-562.

Mintzberg, H. (1979). The structuring of organizations. Englewood Cliffs/NJ: Prentice-Hall.

OCDE. (2005). Manual de Oslo: Diretrizes para coleta e interpretação de dados sobre inovação. 3 ed. European Commission: OECD Publishing.

Oliveria, L. G. (2011). Tendências tecnológicas do setor elétrico. In Inovação tecnológica no setor elétrico brasileiro. Brasília: Ipea.

Pfitzner, M.; Salles-Filho, S. L.; Brittes, J. L. (2014). Análise da dinâmica de P&D&I na construção do Sistema Setorial de Inovação de energia elétrica para o Brasil. Gestão e Produção, 21(3), 463-476.

Pindyck, R. S.; Rubinfeld, D. L. (2010). Microeconomia. 7a ed. São Paulo: Pearson Education.

Porter, M. E. (1980). Competitive strategy: Techniques for analyzing industries and competitors. New York: Free Press.

Quintella, E. F. (2012). O impacto de investimentos em inovação no desempenho das empresas brasileiras: Uma abordagem multinivel. Dissertação de mestrado em Administração. Rio de Janeiro: Fundação GetúlioVargas.

Rempel, C. (2013). Análise da eficiência técnica relativa de empresas brasileiras distribuidoras de energia elétrica: Uma abordagem DEA. Dissertação (mestrado) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis.; 76 pp.

Rocha Pinto, S. R.; Maisonnave, P. R. (2012). Inovação e investimentos no setor elétrico brasileiro sob a ótica de gestores de P&D. Revista de Administração e Inovação, 9(3), 04-27.

Santos, D. F.; Basso, L. F.; Kimura, H. (2014). O recurso inovação e o desempenho financeiro da indústria brasileira. BASE - Revista de Administração e Contabilidade da Unisinos, 11(3), 204-217.

Santos, J. G.; Góis, A. D.; Rebouças, S. M. (2014). Efeitos da inovação no desempenho de firmas brasileiras: Rentabilidade, lucro, geração de valorou percepção do Mercado? XVII SIMPOI - Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais. Fundação Getúlio Vargas, São Paulo.

Saunila, M.; Ukko, J. (2012). A conceptual framework for the measurement of innovation capability and its effects. Baltic Journal of Management, 7(4), 355-375.

Sawney, M.; Wolcott, R. C.; Arroniz, I. (2006). The 12 different ways forcompanies to innovate. MIT Sloan Management Review, 47(3), 74-82.

Schumpeter, J. (1928). The instability of capitalism. The Economic Journal, 38(151), 361-386.

Silva, C. A.; Rodrigues, M. A. (2010). A relevância do relatório da administração para o usuário da informação: Um estudo experimental. RIC- Revista de Informação Contábil, 4(1), 41-56.

Stefano, G. D.; Gambardella, A.; Verona, G. (2012). Technology push and demand pull perspectives in innovation studies: Current findings and future research directions. Research Policy, 41(8), 1283-1295.

Tidd, J. (2014). Conjoint innovation: Building a bridge between innovation and entrepreneurship. International Journal of Innovation Management, 18(1), 1-20.

Tushman, M. L.; O’Rreillt, C.; III. (1996). Ambidextrous organizations: Managing evolutionary and revolutionary change. California Management Review, 38(4), 8-30.

Winter, S. (1988). On coase, competence, and the corporation. The Journal of Law, Economics & Organization, 4(1), 163-180.

Ziviani, F.; Ferreira, M. A. (2013). Barreiras e obstáculos à inovação no setor elétrico brasileiro: Desafios e oportunidades. Revista Gestão & Tecnologia, 13(3), 222-246.

Agustoni, A.; Maretti, M. (2012). Energy and social change: An introduction. International Review of Sociology, 22(3), 319-404.

Harrington, H. J.; Voehl, F. (2013). Innovation management: A breakthrough approach to organizational excellence. International Journal of Innovation Science, 5(4), 213-224.

Pinheiro, T. M. (2012). Regulação por incentivo à qualidade: Comparação da eficiência entre distribuidoras de energia elétrica no Brasil. Dissertação de mestrado em Eng. Elétrica. Brasília: Universidade de Brasília.

Santos, D. F.; Basso, L. F.; Kimura, H. (2012). A estrutura da capacidade de inovar das empresas brasileiras: Uma proposta de construto. RAI - Revista de Administração e Inovação, 9(3), 103-128.