Internacionalização da Inovação: Um Estudo com Empresas de Base Tecnológica Outros Idiomas

ID:
46717
Resumo:
O objetivo geral da pesquisa descrita neste artigo foi compreender as atividades de inovação e internacionalização conduzidas pelas empresas de base tecnológica (EBTs) de Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC) atuantes em parques tecnológicos da região sudeste do Brasil. A pesquisa foi quantitativa e realizou-se um levantamento não probabilístico com 60 EBTs de TIC atuantes em parques tecnológicos da região sudeste do Brasil. Os resultados revelaram que as EBTs de TIC investigadas assumiram características de born globals, pois (a) apresentaram acelerada internacionalização para a comercialização, desenvolvimento e customização de produtos; (b) apresentaram uma fração relevante das vendas totais provenientes de atividades comerciais realizadas no exterior; (c) adotaram formas de entrada no mercado internacional mais flexíveis e ativas para potencializar a inovação, como alianças estratégicas e licenciamentos; e (d) coordenaram as atividades da cadeia de valor entre diferentes países.
Citação ABNT:
PASCOAL, J. R. S.; COSTA, P. R. Internacionalização da Inovação: Um Estudo com Empresas de Base Tecnológica. Revista Gestão & Tecnologia, v. 17, n. 2, p. 93-110, 2017.
Citação APA:
Pascoal, J. R. S., & Costa, P. R. (2017). Internacionalização da Inovação: Um Estudo com Empresas de Base Tecnológica. Revista Gestão & Tecnologia, 17(2), 93-110.
DOI:
http://dx.doi.org/10.20397/2177-6652/2017.v17i2.1134
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/46717/internacionalizacao-da-inovacao--um-estudo-com-empresas-de-base-tecnologica/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
Andersson, S. (2000). The internationalization of the firm from an entrepreneurial perspective. International Studies of Management & Organization, 30(1), 63-92.

Arbix, G., Salerno, M. S.; De Negri, J. A. (2004). Inovação, via internacionalização, faz bem para as exportações brasileiras. In J. P. R, Veloso (org.). Economia do conhecimento e inclusão social. pp. 185-224. Rio de Janeiro: José Olympio.

Barney, J. (1991). Firm resources and sustained competitive advantage. Journal of management, 17(1), 99-120.

Carneiro, J. M. T.; Dib, L. A. (2008). Avaliação comparativa do escopo descritivo e explanatório dos principais modelos de internacionalização de empresas. Internext, 2(1), 1-25.

Côrtes, M. R., Pinho, M., Fernandes, A. C., Smolka, R. B.; Barreto, A. L. (2005). Cooperação em empresas de base tecnológica: uma primeira avaliação baseada numa pesquisa abrangente. São Paulo em Perspectiva, 19(1), 85-94.

Dominguinhos, P.; Simões, V. C. (2004). Born globals: taking stock, looking ahead. In Conferência da EIBA, In Challenges to the International Business and Management.

Dunning, J. H. (1988). The eclectic paradigm of international production: A restatement and some possible extensions. Journal of international business studies, 19(1), 1-31.

Figueiredo, P. N. (2004). Aprendizagem tecnológica e inovação industrial em economias emergentes: uma breve contribuição para o desenho e implementação de estudos empíricos e estratégias no Brasil. Revista Brasileira de inovação, 3(2), 323-361.

Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP. Glossário de termos e conceitos.
Fundação Dom Cabral - FDC. Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras - Fundação Dom Cabral 2015. https://www.fdc.org.br/blogespacodialogo/Documents/2015/ranking_fdc_multinaci onais_brasileiras2015.pdf>.

Gabrielsson, M.; Kirpalani, V. M. (2004). Born globals: how to reach new business space rapidly. International Business Review, 13(5), 555-571.

Harris, S.; Wheeler, C. (2005). Entrepreneurs' relationships for internationalization: functions, origins and strategies. International business review, 14(2), 187-207.

Hemais, C. A.; Hilal, A. (2002). O processo de internacionalização da firma segundo a escola nórdica. A internacionalização das empresas brasileiras: estudos de gestão internacional. Rio de Janeiro: Mauad, 15-40.

Hilal, A.; Hemais, C. A. (2003). O processo de internacionalização na ótica da escola nórdica: evidências empíricas em empresas brasileiras. Revista de Administração Contemporânea, 7(1), 109-124.

Johansen, J.; Vahlne, J. E. (1977). The internationalization process of the firm—a model of knowledge development and increasing foreign market commitments. Journal of international business studies, 8(1), 23-32.

Machado, F. N. (2009) Estratégias de internacionalização e seus resultados: um caso sul rio-grandense. Porto Alegre. (Dissertação Mestrado em Administração. Programa de Pós-Graduação em Administração, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, RS, Brasil).

Madsen, T. K.; Servais, P. (1997). The internationalization of born globals: an evolutionary process? International business review, 6(6), 561-583.

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - MCT (2015). Estudo de Projetos de Alta Complexidade: indicadores de parques tecnológicos, 2013. .

Oviatt, B. M.; McDougall, P. P. (1994). Toward a theory of international new ventures. Journal of international business studies, 25(1), 45-64.

Oviatt, B. M.; McDougall, P. P. (2005). Defining international entrepreneurship and modeling the speed of internationalization. Entrepreneurship theory and practice, 29(5), 537-554.

Pinho, M. et al. (2005). Empresas de base tecnológica. São Carlos: Universidade Federal de São Carlos. FUNDUNESP/FINEP/DPP, Relatório de Pesquisa.

Richardson, R. J. (1999). Pesquisa Social: Métodos e Técnicas. Atlas: São Paulo. Schumpeter, J. A. (1985). A teoria do desenvolvimento econômico. 2a ed. São Paulo: Abril Cultural.

Schumpeter, J. A. (1985). A teoria do desenvolvimento econômico. 2a ed. São Paulo: Abril Cultural.

Sennes, R. S. (2009). Inovação no Brasil: políticas públicas e estratégias empresariais. Woodrow Wilson International Center for Scholars.

Storey, D. J.; Tether, B. S. (1998). New technology-based firms in the European Union: an introduction. Research policy, 26(9), 933-946.

Tether, B. S. (1997). Growth diversity amongst innovative and technology-based new and small firms: an interpretation. New Technology, Work and Employment, 12(2), 91-107.

Tidd, J., Bessant, J. R.; Pavitt, K. (2005). Managing innovation: integrating technological, market and organizational change (Vol. 4). Chichester: Wiley.

Wright, P., Kroll, M. J.; Parnell, J. (2000). Administração estratégica: conceitos. São Paulo: Atlas.