Resiliência Organizacional: Proposição de Modelo Integrado e Agenda de Pesquisa Outros Idiomas

ID:
46765
Periódico:
Resumo:
A proposta deste ensaio teórico foi lançar luzes e sintetizar questões conceituais a respeito da resiliência no mundo do trabalho – ou seja, considerando trabalhadores e organizações –, propor um modelo integrado de análise. Para tanto, foi realizado um resgate histórico da discussão do constructo, suas especificidades no campo da Administração, o que inclui níveis de análise diferenciados. Após conceituar resiliência organizacional e considerando-se os elementos da resiliência nos níveis individual e sistêmico, assim como aspectos contextuais que permeiam as relações que se passam nos níveis micro e macro de análise, propôs-se um modelo integrado de análise de Resiliência Organizacional. A partir dele, traçou-se uma agenda de pesquisa que abraçou aspectos metodológicos e conexões conceituais e temáticas, a qual pode contribuir para o debate de um constructo que engloba processos altamente complexos, que envolvem níveis diferenciados de análise, e que estão submetidos a lógicas nem sempre claras e precisas, tanto para o indivíduo como para a organização, de modo amplo aqui considerados.
Citação ABNT:
IRIGARAY, H. A. R.; PAIVA, K. C. M.; GOLDSCHMIDT, C. C. Resiliência Organizacional: Proposição de Modelo Integrado e Agenda de Pesquisa. Cadernos EBAPE.BR, v. 15, n. Edição Especial, p. 390-408, 2017.
Citação APA:
Irigaray, H. A. R., Paiva, K. C. M., & Goldschmidt, C. C. (2017). Resiliência Organizacional: Proposição de Modelo Integrado e Agenda de Pesquisa. Cadernos EBAPE.BR, 15(Edição Especial), 390-408.
DOI:
http://dx.doi.org/10.1590/1679-395158881
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/46765/resiliencia-organizacional--proposicao-de-modelo-integrado-e-agenda-de-pesquisa/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
AKTOUF, O. Pós-globalização, administração e racionalidade eco¬nômica: a síndrome do avestruz – reflexões sobre a miopia do pensamento econômico e administrativo contemporâneo. São Paulo: Atlas, 2004.

ANDRADE, C. R.; GUIMARÃES, L. V. M.; ASSIS, L. B. Análise Crítica das Pesquisas em Estresse Ocupacional da Anpad: afinal, cadê o sujeito? In: EnANPAD, 34.; 2010, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro, ANPAD, 2010.

ANTONIAZZI, A. S.; BANDEIRA, D. R.; DELL´AGLIO, D. D. O conceito de coping: uma revisão teórica. Estudos de Psicologia, v. 3, n. 2, p. 273-294, 1998.

BEEGHLY, M.; CICCHETTI, D. Child maltreatment, attachment, and the self system: emergence of an internal state lexicon in toddlers at high social risk. Development and Psychopathology, v. 6, n. 1, p. 5-30, 1994.

BEER, F. P.; JOHNSTON JR.; E. R. Resistência dos materiais. São Paulo: McGraw-Hill, 1989.

BENSON, P. L. All kids are our kids. Minneapolis: Search Institute, 1997.

BLOCK, J. H.; BLOCK, J. The role of ego-control and ego-resiliency in the organization of behavior. In: COLLINS, W. A. (Ed.). Minnesota Symposia on Child Psychology. v. 13. Hillsdale, NJ: Erlbaum, 1980. p. 39-101.

BLOCK, J.; KREMEN, A. M. IQ and ego-resiliency: conceptual and empirical connections and separateness. Journal of Personality and Social Psychology, v. 70, n. 2, p. 349-361, 1996.

BONNANO, G. A. Loss, trauma, and human resilience. Have we under¬estimated the human capacity to thrive alter extremely aversive events? American Psychologist, v. 59, n. 1, p. 20-28, 2004.

BRANDÃO, J.; MAHFOUD, M.; GIANORDOLI-NASCIMENTO, I. A construção do conceito de resiliência em psicologia: discutindo as origens. Paidéia, v. 21, n. 49, p. 263-271, 2011.

BRUYNE, P.; HERMAN, J.; SCHOUTHEETE, M. Dinâmica da Pesquisa em Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977.

BURNARD, K.; BHAMRA, R. Organisational resilience: development of a conceptual framework for organisational responses. International Journal of Production Research, v. 49, n. 18, p. 5581-5599, 2011.

CARMELLO, E. Resiliência: a transformação como ferramenta para construir empresas de valor. São Paulo: Editora Gente, 2008.

CARVER, C. S. Resilience and thriving: issues, models, and linkages. Journal of social issues, v. 54, n. 2, p. 245-266, 1998.

CHARNEY, D. S. Psychobiological mechanisms of resilience and vulnerability – implications for successful adaptation to extreme stress. FOCUS: The Journal of Lifelong Learning in Psychiatry, v. 2, n. 3, p. 368-391, 2004.

CICCHETTI, D.; ROGOSCH, F. A. The role of self-organization in the promotion of resilience in maltreated children. Development and psychopathology, v. 9, n. 4, p. 797-815, 1997.

COLLINS, J.; HUSSEY, R. Pesquisa em Administração. Porto Alegre: Bookman, 2005.

CONNER, D. R. Gerenciando na velocidade da mudança: como geren¬tes resilientes são bem sucedidos e prosperam onde outros fracassam. Rio de Janeiro: Infobook, 1995.

CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE – CNS. Resolução 510, de 07/04/2016. Trata das pesquisas com seres humanos. DOU, n. 98, s. 1, p. 44-46, 24/05/2016.

COUTU, D. L. How resilience works. Harvard business review, v. 80, n. 5, p. 46-56, 2002.

COZBY, P. C. Métodos de Pesquisa em Ciências do Comportamento. São Paulo: Atlas, 2003.

DAVEL, E.; MELO, M. C. O. L. Singularidades e transformações no trabalho dos gerentes. In: DAVEL, E.; MELO, M. C. O. L. (Org.). Gerência em Ação. Rio de Janeiro: FGV, 2005. 29-65 p.

DENHARDT, J.; DENHARDT, R. Building organizational resilience and adaptive management. In: REICH, J. W.; ZAUTRA, A. J.; HALL, J. S. Handbook of adult resilience. New York, London: The Guilford Press, 2010. 333-349 p.

DESLANDES, S. F.; JUNQUEIRA, M. F. P. Resiliência e maus tratos à criança. Cadernos de Saúde Pública, v. 19, n. 1, p. 227-235, 2003.

FLACH, F. Psychobiologic resilience, psychotherapy and the creative process. Comprehensive Psychiatry, v. 21, n. 6, p. 510-519, 1980.

FLACH, F. Resiliência: a arte de ser flexível. São Paulo: Saraiva, 1991.

GALENDE, E. Subjetividad y resiliencia: del azar y la complejidad. In: MELILLO, A.; OJEDA, E. N. S.; RODRIGUEZ, D. (Org). Resiliencia y subjetividad. Buenos Aires: Paidós, 2004. 23-61 p.

GARCIA, I. Vulnerabilidade e resiliência. Adolescência Latinoamericana, v. 2, n. 3, p. 128-30, 2001.

GARMEZY, N.; MASTEN, A. S.; TELLEGEN, A. The study of stress and competence in children: a building block for developmental psychopathology. Child Development, v. 55, n. 1, p. 97-111, 1984.

GARMEZY, N. The study of competence in children at risk for severe psychopathology. In: ANTHONY, E. J.; KOUPERNIK, C. (Eds.). The child and his family. Children at psychiatric risk. New York: Wiley, 1974. v. 3. 77-97 p.

GROTBERG, E. H. Introdução: novas tendências em resiliência. In: MELILLO, A.; OJEDA, E. N. S. (Org.). Resiliência: descobrindo as próprias fortalezas. Porto Alegre: Artes Médicas, 2005. 15-22 p.

GROTBERG, E. H. La resiliencia en el mundo de hoy. Cómo superar las adversidades. Barcelona: Gedisa, 2006.

GROTBERG, E. H. Tapping your inner strength: how to find the resilience to deal with anything. Oakland, CA: New Harbinger, 1999.

GUNDERSON, L. H.; HOLLING, C. S. Preface. In: GUNDERSON, L. H.; HOLLING, C. S. (Eds.). Panarchy: understanding transformations in human and natural systems. Washington, DC: Island Press, 2002. xxi-xxiv p.

GUZZO, R. S. L.; TROMBETA, L. H. A. P. Enfrentando o cotidiano adverso: estudo sobre resiliência em adolescentes. Campinas: Alínea, 2002.

HAMEL, G.; VALIKANGAS, L. The quest for resilience. Harvard Business Review, v. 81, n. 9, p. 52-65, 2003.

HILL, L. A. Novos gerentes: assumindo uma nova identidade. São Paulo: Makron Books, 1993.

HORNE, J. F.; ORR, J. E. Assessing behaviors that create resilient organizations. Employment Relations Today, v. 24, n. 4, p. 29-39, 1997.

HORNE, J. F. The coming age of organizational resilience. Business Forum, v. 22, n. 2/3/4, p. 24-28, 1997.

INFANTE, F. A resiliência como processo: uma revisão da literatura recente. In: MELILLO, A.; OJEDA, E. N. S. (Org.). Resiliência: descobrindo as próprias fortalezas. Porto Alegre: Artes Médicas, 2005. 23-38 p.

JACELON, C. The trait and process of resilience. Journal of Advanced Nursing, v. 25, n. 1, p. 123-129, 1997.

JACKSON, D.; FIRTKO, A.; EDENBOROUGH, M. Personal resilience as a strategy for surviving and thriving in the face of workplace adversity: a literature review. Journal of advanced nursing, v. 60, n. 1, p. 1-9, 2007.

KENT, M.; DAVIS, M. C. The emergence of capacity-building pro¬grams and models of resilience. In: REICH, J. W.; ZAUTRA, A. J.; HALL, J. S. Handbook of adult resilience. New York, London: The Guilford Press, 2010. p. 427-449.

LAZARUS, R. S.; FOLKMAN, S. Stress, appraisal, and coping. New York: Springer, 1984.

LENGNICK-HALL, C. A.; BECK, T. E.; LENGNICK-HALL, M. L. Developing a capacity for organizational resilience through strategic human resource management. Human Resource Management Review, v. 21, n. 3, p. 243-255, 2011.

LIMONGI-FRANÇA, A. C.; RODRIGUES, A. L. Stress e trabalho: uma abordagem psicossomática. São Paulo: Atlas, 2005.

LISSACK, M. R.; LETICHE, H. Complexity, emergence, resilience, and coherence: gaining perspective on organizations and their study. Emergence: Complexity and Organization, v. 4, n. 3, p. 72-94, 2002.

LUTHANS, F. The need for and meaning of positive organizational behavior. Journal of Human Behavior, v. 23, n. 6, p. 695-706, 2002.

LUTHAR, S.; CICCHETTI, D.; BECKER, B. The construct of resilience: a critical evaluation and guidelines for future work. Child Development, v. 71, n. 3, p. 543–562, 2000.

LUTHAR, S.; CICCHETTI, D. The construct of resilience: implications for interventions and social policies. Development and Psychopathology, v. 12, n. 4, p. 857–885, 2000.

MACHADO, H. V. A identidade e o contexto organizacional: perspectivas de análise. Revista de Administração Contemporânea – RAC, v. 7, n. especial, p. 51-73, 2003.

MALLACK, L. Putting organizational resilience to work. Industrial Management, v. 40, n. 6, p. 8-13, 1998.

MARTINEAU, S. Rewriting resilience: a critical discourse analysis of childhood resilience and the politics of teaching resilience to “kids at risk”. 1999. Tese (Doutorado) – The University of British Columbia, 1999.

MASTEN, A. S. Ordinary magic: resilience processes in development. American Psychologist, v. 56, n. 3, p. 227-238, 2001.

MASTEN, A. S.; WRIGHT, M. Resilience over the lifespan: developmental perspectives on resistance, recovery, and transformation. In: REICH, J. W.; ZAUTRA, A. J.; HALL, J. S. Handbook of adult resilience. New York, London: The Guilford Press, 2010. 213-237 p.

MELILLO, A. Sobre la necesidad de especificar un nuevo pilar de la resiliencia. In: MELILLO, A.; OJEDA, E. N. S.; RODRIGUEZ, D. (Org.). Resiliencia y subjetividad. Buenos Aires: Paidós, 2004. 77-90 p.

MELO, M. C. O. L. et al. M. Em busca de técnicas complementares em pesquisa qualitativa no campo da administração. In: EnEPQ, 1, 2007, Recife. Anais... Recife, ANPAD, 2007.

MOTTA, P. R. Gestão Contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. Rio de Janeiro: Record, 2007.

O’DOUGHERTY-WRIGHT, M.; MASTER, A. S.; HUBBARD, J. J. Long-term effects of massive trauma: Developmental and psychobiological perspectives. In: CICCHETTI, D.; TOTH, S. L. (Eds.). Rochester Symposium on Developmental Psychopathology: Developmental perspectives on trauma. v. 8. Rochester, NY: University of Rochester Press, 1997. 181-225 p.

PAIVA, K. C. M. Das “competências profissionais” às “competências laborais”: modelo de análise e agendas de pesquisa. Tourism & Management Studies, v. 2, n. especial, p. 502-510, 2013.

PAIVA, K. C. M. et al. Estresse Ocupacional e Burnout de jovens trabalhadores. In: EnANPAD, 37, 2013, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro, ANPAD, 2013.

PAIVA, K. C. M.; GOMES, M. A. N.; HELAL, D. H. Estresse ocupacional e síndrome de burnout: proposição de um modelo integrativo e perspectivas de pesquisa junto a docentes do ensino superior. Gestão & Planejamento, v. 16, n. 3, p. 285-309, 2015.

PAIVA, K. C. M.; MELO, M. C. O. L. Competências, gestão de competências e profissões: perspectivas de pesquisas. Revista de Administração Contemporânea - RAC, v. 12, n. 2, p. 339-368, 2008.

PIAGET, J. O nascimento da inteligência na criança. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.

PIAGET, J. Part I: Cognitive Development in Children: Piaget Development and Learning. Journal of Research in Science Teaching, v. 2, n. 3, p. 176-186, 1964.

PIAGET, J. Psicogênese dos conhecimentos e seu significado epistemológico. In: PIATELLI-PALMARINI, M. (Org.). Teorias da lingua¬gem: teorias da aprendizagem; o debate entre Jean Piaget e Noam Chomsky. São Paulo: Cultrix, 1983. 39-49 p.

POLK, L. Toward a middle-range theory of resilience. Advanced Nursing Science, v. 19, n. 3, p. 1-13, 1997.

REED, M. Sociologia da Gestão. Oeiras: Celta, 1997.

REICH, J. W.; ZAUTRA, A. J.; HALL, J. S. Preface. In: REICH, J. W.; ZAUTRA, A. J.; HALL, J. S. Handbook of adult resilience. New York, London: The Guilford Press, 2010. xi-xv p.

REIVICH, K.; SHATTÈ, A. The resilience factor: 7 essential skills for overcoming life’s inevitable obstacles. New York: Broadway Books-Random House, 2002.

RICHARDSON, G. E. et al. The resiliency model. Health Education, v. 21, n. 6, p. 33-39, 1990.

RICHARDSON, G. R. The metatheory of resilience and resiliency. Journal of Clinical Psychology, v. 58, n. 3, p. 307-321, 2002.

RODRIGUES, S. B.; CHILD, J.; LUZ, T. R. Aprendizagem contestada em ambiente de mudança radical. Revista de Administração de Empresas – RAE, v. 44, n. 1, p. 27-43, 2004.

ROTTER, J. B. Generalised expectations for internal versus external control of reinforcement. Psychology Monograph, v. 80, n. 1, p. 1-28, 1966.

RUTTER, M. Resilience concepts and findings: implications for family therapy. Journal of Family Therapy, v. 21, n. 2, p. 119-144, 1999.

RUTTER, M. Resilience in the face of adversity: protective factors and resistance to psychiatric disorder. British Journal of Psychiatry, v. 147, n. 6, p. 598–611, 1985.

SKODOL, A. E. A resilient personality. In: REICH, J. W.; ZAUTRA, A. J.; HALL, J. S. Handbook of adult resilience. New York, London: The Guilford Press, 2010. 112-125 p.

SUTCLIFFE, K. M.; VOGUS, T. J. Organizing for resilience. In: CAMERON, K. S.; DUTTON, J. E.; QUINN, R. E. (Eds.), Positive organizational scholarship: Foundations of a new discipline. San Francisco: Berrett- Koehler, 2003. 94-110 p.

TABOADA, N. G.; LEGAL, E. J.; MACHADO, N. Resiliência: em busca de um conceito. Revista brasileira de crescimento e desenvolvimento humano, v. 16, n. 3, p. 104-113, 2006.

TAVARES, J. A resiliência na sociedade emergente. In: TAVARES, J. (Org.). Resiliência e educação. São Paulo: Cortez, 2001. 43-76 p.

TRAVERS, C. J.; COOPER, C. L. Teachers under preassure. London: Routledge, 1996.

TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1987.

TUGADE, M; FREDRICKSON, B. Resilient individuals use emotions to bounce back from negative emotional experiences. Journal of Personality and Social Psychology, v. 86, n. 2, p. 320-333, 2004.

TUSAIE K.; DYER J. Resilience: a historical review of the construct. Holistic Nursing Practice, v. 18, n. 1, p. 3-10, 2004.

VASCONCELOS, I. F. F. et al. Resiliência organizacional e inovação sustentável: um estudo sobre o modelo de gestão de pessoas de uma empresa brasileira de energia. Cad. EBAPE.BR, v. 13, n. 4, p. 910-929, 2015.

WALKER, B. et al. Resilience, adaptability and transformability in social-ecological systems. Ecology and Society, v. 9, n. 2, art. 5, 2004.

WALLER, M. A. Resilience in ecosystemic context: evolution of the concept. American Journal of Orthopsychiatry, v. 71, n. 3, p. 290- 297, 2001.

WEICK, K. E.; SUTCLIFFE, K. M. Managing the unexpected: resilient performance in an age of uncertainty. San Francisco, CA: Jossey- Bass, 2001.

WERNER, E.E.; SMITH R.S. Overcoming the odds: high-risk children form birth to adulthood.Ithaca: CornellUniversity Press, 1992.

WESTLEY, F. et al. Why systems of people and nature are not just social systems. In: GUNDERSON, L. H.; HOLLING, C. S. (Eds.). Panarchy: understanding transformations in human and natural systems. Washington, DC: Island Press, 2002. 103-119 p.

YOUSSEF, C.; LUTHANS, F. Positive organizational behavior in the workplace: the impact of hope, optimism, and resilience. Journal of Management, v. 33, n. 5, p. 774-800, 2007.

YUNES, M. A. Psicologia positiva e resiliência: o foco no indivíduo e na família. Psicologia em estudo, v. 8, n. 1, p. 80-95, 2003.

YUNES, M. A.; SZYMANSKI, H. Entrevista reflexiva & grounded-theory: estratégias metodológicas para compreensão da resiliência em famílias. Revista Interamericana de Psicologia, v. 39, n. 3, p. 431-438, 2005.

YUNES M. A.; SZYMANSKI, H. Resiliência: noção, conceitos afins e considerações críticas. In: TAVARES, J. (Org.). Resiliência e educação. São Paulo: Cortez, 2001. 13-42 p.

ZAUTRA, A. J.; HALL, J. S.; MURRAY, K. E. Resilience: a new definition of health for people and communities. In: REICH, J. W.; ZAUTRA, A. J.; HALL, J. S. Handbook of adult resilience. New York, London: The Guilford Press, 2010. 3-29 p.

ZIMMERMAN, M. A.; ARUNKUMAR, R. Resiliency research: Implications for schools and policy. Social Policy Report, v. 8, n. 4, p. 1-18, 1994.