Comunicação Organizacional: Uma Discussão Teórica Outros Idiomas

ID:
49298
Periódico:
Resumo:
Este estudo tem como objetivo apresentar a trajetória teórica-conceitual da comunicação nas organizações. Atualmente, os estudos de comunicação utilizam o aporte de diversas disciplinas, assumindo uma natureza interdiciplinar. Geralmente, os objetos comunicativos são recortados e tratados conforme as perspectivas escolhidas entre a fecunda diversidade de olhares. No contexto organizacional, a comunicação tem assumido papel importante no processo de gestão. A comunicação nas organizações deve ser tratada de forma integral, permeando todas as ações organizacionais, viabilizando de maneira permanente a construção de sua cultura e identidade, e marcando um estilo próprio e suas formas de projetar-se exteriormente objetivando a construção de sua imagem. Nesse sentido, as organizações são vistas como unidades coletivas de ação constituídas para atingir fins específicos, e dirigidas por um poder que estabelece uma forma de autoridade que determina o status e o papel de seus membros.A informação no processo de comunicação passa a ser considerada uma variável intermediária entre a comunicação e a organização. A forma como a informação é percebida e interpretada pelos receptores determina a efetivação da comunicação.
Citação ABNT:
BENEDICTO, S. C.; SUGAHARA, C. R.; SILVA FILHO, C. F.; SOUSA, J. E. R. Organizational Communication: A Theoretical Discussion . Reuna, v. 23, n. 1, p. 20-37, 2018.
Citação APA:
Benedicto, S. C., Sugahara, C. R., Silva Filho, C. F., & Sousa, J. E. R. (2018). Organizational Communication: A Theoretical Discussion . Reuna, 23(1), 20-37.
DOI:
http://dx.doi.org/10.21714/2179-8834/2018v23n1p20-37
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/49298/comunicacao-organizacional--uma-discussao-teorica/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Inglês
Referências:
ARAÚJO, C. A. A. (2005). Análise temática da produção científica em comunicação no Brasil baseada em um sistema classificatório facetado. Perspectiva em Ciência da Informação, v. 10 n. 2, p. 253-258, 2005. .

ARITZ, J.; WALKER, R. (Eds.). Discourse Perspectives on Organizational Communication. Fairleigh Dickinson University Press: Madison, WI. 2012.

BALDISSERA, R. Comunicação organizacional, tecnologias e vigilância: entre a realização e o sofrimento. Revista da Associação Nacional dos Programas de PósGraduação em Comunicação. E-compós, v. 17, n. 2, p. 1-15,. 2014.

BORBA, C. P. et al. Ferramentas de comunicação organizacional em organizações não-governamentais. Pretexto, v. 13, n. 3, p. 44-71, 2012.

BOUZON, A.; OLIVEIRA, I. L. As revistas científicas de Comunicação Organizacional e suas marcas epistemológicas: um estudo comparativo entre França e Brasil. Revista Brasileira de Ciência da Comunicação, v. 38, n. 1, p. 129-149, 2015. .

BRAGA, J. L. Constituição do campo da comunicação. Verso e Reverso, v. 24, n. 58, p. 62-77, 2011.

BUENO, W. C. Comunicação empresarial no Brasil: uma leitura crítica. São Paulo: Comtexto/All Print. 2005.

BUENO, W. C. Comunicação empresarial: políticas e estratégias. São Paulo: Saraiva. 2009.

CARDOSO, O. O. Comunicação empresarial versus comunicação organizacional: novos desafios teóricos. Revista de Administração Pública, v. 40, n. 6, p. 1123-1144, 2006. .

CARDOSO, O. O. Os paradigmas no ensino da comunicação: a transgressão epistemológica. Comunicação & Sociedade, São bernardo do Campo, v. 10, n. 17, p. 9-32, Ago. 1991.

CASALI, A. M. Comunicação organizacional: considerações epistemológicas. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 28.; 2004, Curitiba. Anais...; Curitiba: ENANPAD, 2004. .

CASALI, A. M.; TAYLOR, J. R. Comunicação: o olhar da “Escola de Montreal” sobre o fenômeno organizacional. In MARCHIORI, M. (org.) Comunicação e Organização: reflexões, processos e práticas. 1 ed. São Caetano do Sul: Difusão Editora. 2010. p. 69-82.

CHUNG, C. J. et al. An analyis on communication theory and discipline. Scientometrics, v. 95, n. 3, p. 985-1002, 2013.

CLOUTIER, J. A Era de EMEREC. Lisboa: Instituto de Tecnologia Educativa, 1995.

COLPO, C. D.; OLIVEIRA, A. S. Desenvolvimento Regional: a comunicação organizacional como possibilidade de constituição da identidade dos sujeitos no Programa Catavida de Novo Hamburgo-RS. Redes, v. 22, n. 1, p. 430-447, 2017.

EISENBERG, E. M.; GOODAL JR, H. L.; TRETHEWEY, A. Organizational communication: balancing, creativity and constraint. 4 ed. New York: St Martin’s Press. 2009.

FELINTO, E. Da teoria da comunicação às teorias da mídia ou, temperando a epistemologia com uma dose de cibercultura. Revista Eco-Pós, v. 14 n. 1, p. 233-249, 2011.

FLECK, C. F.; PONS, M. E. D.; DALMORO, M. Comunicação integrada como elemento estratégico. Revista Perspectivas Contemporâneas, v. 8, n. 1, p. 40-52, 2013. .

FRANÇA, V. R. V. (2001). Paradigmas da Comunicação: conhecer o quê? Ciberlegenda, Niterói, v. 5. n. 1, p. 01-19, 2001. .

FRANÇA, V. R. V. Representações, mediações e práticas comunicativas. In: PEREIRA, M.; GOMES, R.C.; FIGUEIREDO, V. F. (Orgs.). Comunicação, representação e práticas sociais. 2 ed. Rio de Janeiro/Aparecida: PUCRio/Idéias & Letras, 2008. p. 13-26.

GENELOT, D. Manager dans la complexité: reflexionsàl’usage des dirigeants. 3 ed. Paris: Insep Consulting, 2011.

GOLDHABER, G. Comunicación organizacional. México: Diana, 2003.

GUSHIKEN, Y. Dialogismo: Emergência do Pensamento Latino-Americano em Comunicação. Comunicação, Mídia e Consumo, v. 3, n. 8, p. 73-91, 2006. .

HABERMAS, J. The theory of communicative action. Boston: Beacon Press, 2004.

KUNSCH, M. M. K. As dimensões humana, instrumental e estratégica da Comunicação Organizacional: recorte de um estudo aplicado no seguimento corporativo. Intercom - RBCC, v. 35, n. 2 p. 267-289, 2012.

KUNSCH, M. M. K. Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada. 4 ed. São Paulo: Summus, 2003.

MARTINO, L. M. Sá. Repensando a(s) teoria(s) da Cibercultura: articulações e tensões com as teorias da Comunicação. Questões Transversais - Revista de Epistemologias da Comunicação,v. 1, n. 2, p. 92-99, 2013.

MATTELART, A.; MATTELART, M. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola, 2005.

PAPA, M. J.; DANIELS, T. D.; SPIKER, B. K. Perspectives on organizational communication. Dubuque: Brown & Benchmark Publishers, 2008.

PRADO, J. L. A. Comunicação como epistemologia: do reconhecimento à emergência do acontecimento. Matrizes, v. 9, n. 2, p. 109-125, 2015.

PUTNAM, L.; PHILLIPS, N.; CHAPMAN, P. (2004). Metáforas da comunicação organizacional. In: CLEGC, S. R.; HARDY, C.; NORD, W. R. (Orgs.). Handbook de estudos organizacionais. São Paulo: Atlas, 2004. v. 3. p. 77-125.

RESTREPO, J. M. Analizar las organizaciones es mirar cómo funciona la vida. Revista Dixit, n. 15, p. 16-26, octubre, 2011.

RESTREPO, J. M.; ANGULO, J. R. Intervenir en la organizacion. Santaféde Bogotá: Significantes de Papel Ediciones. 1995.

RÜDIGER, F. As teorias da comunicação. Porto Alegre: Penso. 2011.

SCROFERNEKER, C. M. A. Perspectivas teóricas da comunicação organizacional. 2004. .

SCROFERNEKER, C. M. A. Trajetórias teórico-conceituais da Comunicação Organizacional. Revista Famecos, v. 13, n. 31, p. 47-53, 2006. .

SCROFERNEKER, C.; CASTILHOS, L.; AMORIM, L. R. (2013). (Re)Pensando os relacionamentos no contexto organizacional, face os desafios e possibilidades decorrentes das ‘novas’ tecnologias. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO. 36. 2013, Manaus. Anais...; Manaus: Intercom, 2013. . Acesso em: 17 abr. 2013.

SPAHO, K. Organizational communication process. Ekonomski Vjesnik, v. 01, n. 2, p. 3009-317, 2012

TAYLOR, J. R. et al. The computerization of work: A communication perspective. Thousand Oaks, CA: Sage. 2001.

TAYLOR, J. R.; VAN EVERY, E. J. The emergent organization: Communication as its site and surface. Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaun. 2000.

TOMPKINS, P. K.; WANCA-THIBAULT, M. Organizational communication: prelude and prospects. In: JABLIN, F. M.; PUTNAM, L. L. (Eds.). The new handbook of organizational communication: advances in theory, research and methods. Thousand Oaks: Sage. 2001. p. 17-31.

TORQUATO, G. Cultura, Poder, Comunicação e Imagem: fundamentos danova empresa. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. 2001.

TORQUATO, G. Tratado de comunicação organizacional e política. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning. 2010.

URIBE, P. A. M.; ZULUAGA, U. H. S. Comunicación empresarial: Una mirada corporativa. Medellin: Colección Hermes, 2003.

VIZEU, F. Algumas contribuições da teoria da ação comunicativa para a área de organizações. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 27.; 2003, Atibaia, SP. Anais... Atibaia,SP: ENANPAD, 2003. .

WELCH, M. The evolution of the employee engagement concept: communication implications. Corporate Communications: An International Journal, v. 16, n. 4, p. 328-346, 2011.

WOLF, M. Teorias da Comunicação. 8 ed. Lisboa: Editorial Presença. 2003