Perfil Orçamentário de Pequenos Municípios: O Caso do Município de Ladainha – MG Outros Idiomas

ID:
49990
Resumo:
Elevados os municípios à categoria de entes federados, houve aumento das responsabilidades destes no atendimento às demandas da população e na participação da arrecadação tributária nacional. Contudo, a arrecadação própria não supre as despesas municipais. É cada vez maior a dependência financeira em relação aos entes superiores. Neste contexto federativo, conhecer a disponibilidade de recursos financeiros e o perfil das despesas municipais é fundamental para a identificação de problemas e levantamento de soluções que integrem a atuação dos poderes municipais, estaduais e federal e, igualmente importante, a sociedade. É uma forma de oportunizar a conscientização fiscal, subsidiar o controle social e promover o exercício da cidadania, face aos instrumentos de planejamento e gestão municipal. Neste sentido, propõe-se, neste trabalho, identificar o perfil orçamentário do município de Ladainha/MG no período de 2000 a 2016. Para isto, analisaram-se dados do período citado, identificando o comportamento temporal das receitas (captação e origem) e das despesas (natureza e finalidade). Depreendeu-se que o município de Ladainha, por ser de pequeno porte e predominantemente rural, tem arrecadação própria insuficiente e depende das Transferências Intergovernamentais para financiar seus gastos, que se concentram majoritariamente nas áreas de Educação e Cultura e Saúde e Saneamento.
Citação ABNT:
SILVA, F. A. G. H.; QUINTELA, M. C. A.; VIEIRA, N. D. S. Perfil Orçamentário de Pequenos Municípios: O Caso do Município de Ladainha – MG . Revista de Administração, Sociedade e Inovação, v. 4, n. 2, p. 160-182, 2018.
Citação APA:
Silva, F. A. G. H., Quintela, M. C. A., & Vieira, N. D. S. (2018). Perfil Orçamentário de Pequenos Municípios: O Caso do Município de Ladainha – MG . Revista de Administração, Sociedade e Inovação, 4(2), 160-182.
DOI:
https://doi.org/10.20401/rasi.4.2.207
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/49990/perfil-orcamentario-de-pequenos-municipios--o-caso-do-municipio-de-ladainha-----mg-/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
Almeida, A. (2007). Internacionalização de empresas brasileiras: perspectivas e riscos. Rio de Janeiro: Elsevier.

Andersson, U. & Forsgren, M. (2000). In Search of Centre of Excellence: network embeddedness and subsidiary roles in multinational corporations. Management International Review, 40, p. 329-350.

Banco Central do Brasil. (2016). Capitais brasileiros no exterior (CBE): ano-base 2015. Brasília, DF.

Banco Mundial. Gross Domestic Product (current US$). Recuperado em 11 Novembro, 2016, de http://data.worldbank.org/indicator/NY.GDP.MKTP.CD

Barcellos, E. P.; Cyrino, A. B. (2007). Quão internacionalizadas são as nossas multinacionais? Proposta de metodologia e resultados da sua aplicação a empresas brasileiras com atuação no exterior. Anais do Encontro da Associação Nacional de Pósgraduação e Pesquisa em Administração, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 31.

Barney, J. (1991). Firm resources and sustained competitive advantage. Journal of Management 17(1), 99-120.

Bêrni, D. A., & Fernandez, B. P. M. (2012). Métodos e técnicas de pesquisa: modelando as ciências empresariais. São Paulo: Saraiva.

Blaxter, L., Hughes C., & Tight, M. (2010). How to research. Berkshire: Open University Press.

Borini, F. M., Ribeiro, F. C. F., Coelho, F. P., & Proença, E. R. (2006). O prisma da internacionalização: um estudo de caso. FACES, 5(3), p. 42-55.

Cavusgil, S. T., & Kirpalani, V. (1993). Introducing products into export markets: success factors. Journal of Business Research, 27, p. 1-15.

Cavusgil, S. T., Knight, G., & Riesenberger, J. R. (2010). Negócios internacionais: estratégia, gestão e novas realidades. São Paulo: Pearson.

Cetra, G. O., & Oliveira, M. A. S. (2014). Infraestrutura e crescimento regional no Brasil: uma análise da alocação de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Revista de Economia e Administração, 13(1), p. 5-29.

Confederação Nacional da Indústria. (2012). Internacionalização das empresas brasileiras: motivações, barreiras e demandas de políticas públicas. Brasília, DF.

Datta, D. K., Herrmann, P., & Rasheed, A. A. (2002). Choice of foreign market entry modes: critical review and future directions. Advances in International Management. 14, p. 85153.

Dow, D. (2000). A note on psychological distance and export market selection. Journal of International Marketing, 8(1), p. 51-64.

Feldmann, P. R. (2010). Empresas latino-americanas: oportunidades e ameaças no mundo globalizado. São Paulo: Atlas.

Ferreira, P. C. (1994). Infraestrutura pública, produtividade e crescimento. Pesquisa e Planejamento Econômico,24(2), p. 187-202.

Fleury, A. (2010). Gestão empresarial para a internacionalização das empresas brasileiras. São Paulo: Atlas.

Fleury, A., & Fleury, M. T. L. (2007). Internacionalização e os países emergentes. Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.

Floriani, D. E. (2010). O grau de internacionalização, as competências e o desempenho da PME brasileira. Universidade de São Paulo: São Paulo, 307p.

Folster, A., Silveira, T. P., Ferreira, L. F., & Lunkes, R. J. (2016). Pesquisa empírica em contabilidade tributária: um panorama das pesquisas tributárias no Brasil. REUNIR: Revista de Administração, Contabilidade e Sustentabilidade, 6(1), p. 1-16.

Forsgren, M. (1989). Managing the internationalization process. Londres: Routledge.

Forte, S. H. A. C.; Moreira, M. Z. (2007). Internacionalização das maiores empresas exportadoras do setor calçadista brasileiro: estudo do perfil, estratégias e desempenho. Anais do Encontro da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Administração, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 31.

Forte, S. H. A. C.; Sette Jr, E. L. M. (2005). Grau de internacionalização de empresas: um estudo no setor de rochas ornamentais e de revestimento no Estado do Ceará. Anais do Encontro da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Administração, Brasília, DF, Brasil, 29.

GIAEA. Johanson, J., & Vahlne, J. E. (1977). The internationalization process of the firm – a model of knowledge development and increasing foreign market commitments. Journal of International Business Studies, p. 23-32.

Gilpin, R. (2001). Global Political Economy. Princeton: Princeton University Press.

Global Entrepreneurship Monitor. (2014). Empreendedorismo no Brasil. Curitiba: IBQP.

Hair Jr, J. F., Black, W. C., Babin, B. J., Anderson, R. E., & Tatham, R. L. (2009). Análise multivariada de dados. Porto Alegre: Bookman.

Hitt, M. A., Hoskissom, R. E. & Kim, H. (1997). International diversification: effects on innovation and firm performance in product-diversified firms. Academy of Management Journal, 40(4), p.767-798.

Honorio, L. C. (2009). Grau de internacionalização de empresas brasileiras de manufaturados e a influência de fatores organizacionais e estratégicos. Revista de Administração Mackenzie, 10(5), p. 154-180.

Hoskisson, R. E., Wright, M., Filatotchev, I., & Peng, M. W. (2013). Emerging multinationals from mid-range economies: the influence of institutions and factor markets. Journal of Management Studies, 50(7), p. 1295-1321.

International Finance Corporation. (2011). Enterprise surveys: Brazil – 2009. Washington:

Johanson, J., & Vahlne, J. E. (1990). The mechanism of internationalization. International Marketing Review, 7(4), p.11-24.

Khoury, T. A., & Peng, M. W. (2011). Does institutional reform of intellectual property rights lead to more inbound FDI? Evidence from Latin America and the Caribbean. Journal of World Business, 46, p. 337-345.

Martins, G. A., & Pelissaro, J. (2005). Sobre conceitos, definições e constructos nas ciências contábeis. BASE – Revista de Administração e Contabilidade da Unisinos, 2(2), p. 7884.

Martins, G. A., & Theóphilo, C. R. (2009). Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas.

Mendes, Z., & Ferreira, G. T. C. (2013). Negócios internacionais e suas aplicações no Brasil. São Paulo: Almedina Brasil.

Oliveira Jr, M, M. (2010). Multinacionais brasileiras: internacionalização, inovação e estratégia global. Porto Alegre: Bookman.

Oliveira, M. A. S., & Teixeira, E. C. (2006). Desoneração tributária dos serviços de infraestrutura no Brasil: uma análise do equilíbrio geral. Reuna, 11(2), p. 35-58.

Passos, G. D., & Mendes da Silva, W. (2014). Legislação específica para infraestrutura e

Peng, M. W. Estratégia global. (2008). São Paulo: Thomson Learning.

Peng, M. W., & Parente, R. C. (2012). Institution-based weaknesses behind emerging multinationals. Revista de Administração de Empresas, 52(3), p. 360-364.

Peng, M., Sun, S., Pinkham, B., Chen, H., (2009). The institution-based view as a third leg for a strategy tripod. The Academy of Management Perspectives 23(3), p. 63-81.

Penrose, E. (1959). The theory of the growth of the firm. Oxford: Oxford University Press.

Pohlmann, M. C., & Iudícibus, S. (2006). Classificação da pesquisa tributária: uma abordagem interdisciplinar. Enfoque: Reflexão Contábil, 25(3), p. 57-71.

Porter, M. E. (1980). Competitive Strategy. The Free Press, New York.

Reuber, A. R., & Fischer, E. (1997). The influence of the management team’s international experience on the internationalization behaviors of small and medium-sized enterprises. Journal of International Business Studies, 28(4).

Root, F. R. (1994). Entry strategies for international markets. New York: Lexington Books.

Sampieri, R. H., Collado, C. F., & Lucio, P. B. (2006). Metodologia de pesquisa. São Paulo: McGraw-Hill.

Stöttinger, B., & Schlegelmich, B.B. (1998). Explaining export development through psychic distance: enlightening or elusive? International Marketing Review, 15(5), p. 357-372.

Sullivan, D. (1994). Measuring the degree of internationalisation of a firm. Journal of International Business Studies, 34(2), p. 165-186.

Tallman, S., & Li, J. (1996). Effects of international diversity and product diversity on the performance of multinational firms. Academy of Management Review, v. 39(1), p. 179196.

Tanure, B., & Duarte, R. G. (2006). Gestão internacional. São Paulo: Saraiva.

Turolla, F. A. (2013). Towards a theory of international production of infrastructure services. Revista Eletrônica de Negócios Internacionais, 8(1), p. 17-30.

United Nations Conference on Trade and Development. (2016) World investment report 2016: investor nationality: policy challenges. Geneva: United Nations.

United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (2001). MOST Annual Report. Recuperado de http://www.unesco.org/most/most_ar_part1c.pdf.

Welch, L. S., & Luostarinem, R. (1988). Internationalisation: evolution of a concept. Journal of General Management, 14(2), p. 34-55.

Zahra, S. A., Ireland, D. R., & Hitt, M. A. (2000). International expansion by new venture firms: international diversity, mode of market entry, technological learning and performance. Academy of Management Journal, 43(5), p. 925-950.

Zhu, Y., Wittmann, X., & Peng, M. W. (2011). Institution-based barriers to innovation in SMEs in China. Asia Pacific Journal of Management, 29, p. 1131-1142.