A formação da Confiança: um estudo no pool da Unibraspe. Outros Idiomas

ID:
5149
Resumo:
O tema de estudo deste trabalho é a formação da Confiança no pool da UNIBRASPE. O objetivo foi identificar a estrutura e a evolução dos relacionamentos interorganizacionais. A evolução da confiança foi detectada por meio de observações, entrevistas semiestruturadas e questionários. Esta pesquisa caracteriza-se como um estudo de caso descritivo-analítico. A partir dos resultados obtidos, concluiu-se que a estrutura da rede é um condicionante para o bom relacionamento entre seus pares, permitindo que normas formais e informais contribuam para a gestão do pool. Além disso, foi possível reconhecer que a evolução da confiança é estabelecida pelo conhecimento prévio dos atores estudados e que resulta em um relacionamento mais estreito entre essas organizações.
Citação ABNT:
PIRANI, S. L.; CUNHA, C. R. A formação da Confiança: um estudo no pool da Unibraspe.. Revista de Administração da UFSM, v. 3, n. 3, art. 6, p. 375-392, 2010.
Citação APA:
Pirani, S. L., & Cunha, C. R. (2010). A formação da Confiança: um estudo no pool da Unibraspe.. Revista de Administração da UFSM, 3(3), 375-392.
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/5149/a-formacao-da-confianca--um-estudo-no-pool-da-unibraspe-/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
ADOBOR, H. Optimal trust?: uncertainty as a determinant and limit to trust in inter-firm alliances. Hamden, Connecticut, USA: Department of Management, School of Business, Quinnipiac University, 2005.

AMATO NETO, J. (Org.). Redes entre organizações: domínio do conhecimento e da eficácia operacional. São Paulo: Atlas, 2005.

ANP. Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Superintendência de Abastecimento. Portaria ANP 116/00. Disponível em: . Acesso em: 25 jan. 2009.

BACHMANN, R. Trust, power and control in transorganizational relations. SASE – conference. Madison/Wisconsin, USA, 1999.

BENGTSSON, M.; KOCK, S. Cooperation and competition in relationships between competitiors in business networks. Jounal of Business & Industrial Marketing, v. 14, n.3, p.178-193, 1999.

BORIES, D. La confiance dans les relations acheteur-vendeur: le rôle moderateur du cycle de vie relationnel. Doctorant sous la direction du Professeur Eric Vernette IAE Toulouse.

BORNAREL, F. La confiance contrainte. In: CONFÉRENCE DE L’ASSOCIANTION INTERNATIONALE DE MANAGEMENT STRATÉGIQUE, 13., 2,3 et 4 juin 2004, Normandie, Vallé de Seine: Université de Créteil – Val de Marne, 2004. p.1-25.

BRUSCO, S. The Emilian model: productive decentralization and social integration. Cambridge Journal of Economics, v.6, p. 167-184, 1982.

BURT, R. S. Network structure of social capital. Chicago: University of Chicago and Institute Européen d’Administrtion d’affaires (INSEAD), july, 2000. p. 35.

CASTELLS, M. A sociedade em rede – a era da informação: economia, sociedade e cultura. 10. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007.

CHILD, J. Confiança e alianças estratégicas internacionais: o caso das joint ventures sinoestrangeiras. In: RODRIGUES, S. B. (Org.). Competitividade, alianças estratégicas e gerência internacional. São Paulo: Atlas, 1999.

COSER, C. Relações interorganizacionais e estruturas institucionais: um estudo no espaço social de Videira. 2003. 339f. Dissertação (Mestrado em Administração)–Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2003.

CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativos, quantitativos e misto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.

CUNHA, Cleverson Renan da. A confiança nas relações interoganizacionais cooperativas: Estudo múltiplo de casos em empresas de Biotecnologia no Brasil. Belo Horizonte, 2004. 283 f. Tese (Doutorado em Administração)–Centro de PósGraduação e Pesquisa em Administração, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2004.

CUNHA, C. R.; MARLENE, M. C. O. L. A confiança nas relações interorganizacionais. In: O&S – Organizações e Sociedade, Salvador, v.11, Edição Especial, p. 79-93, 2004.

DAS, T. K. Strategic alliance temporalities and partner opportunism. British Journal of Management, v. 17, p. 1-21, 2006.

DERBEL, Walid; AMMAR MAMROUK, Zeineb Ben. Le dileme de la confiance et de la coopération: interdépendance dês acteurs et suprématie Du système organisationnel. La Revue des Sciences de Gestion, Direction et Gestion, n. 204, p. 63-88, Déc. 2003.

EMIRBAYER, M.; GOODWIN, J. Network analysis, culture, and the problem of agency. The American Journal of Sociology, v. 99, n. 6, p.1411-1454, May 1994.

FERREIRA, Aurélio B. de Holanda. Novo dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 3. ed. Curitiba: Positivo, 2004.

GDE. Go Visual Diagram diagram editor. Version 1.3.1. Oreas GMBH. Köln, Germany, 2009.

GERLACH, M.L. Alliance capitalism. Berkeley: University of California Press, 1992.

GNYAWALI, D. R.; MADHAVAN, R. Cooperative networks and competitive dynamics: a strutuctural embeddedness perspective. Academy of Management Rewiew, v.26, n. 3, p. 431-445, 2001.

GRANOVETTER, M. S. The strength of weak ties. American Journal of Sociology, v. 78, n. 6, p. 136080, 1973.

HALL, R. H. Organizações: estrutras, processos e resultados. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2004.

HANNEMAN, Robert. Introduction to social network methods. Riverside: University California, 2001.

HOSMER, L. T. Trust: the connecting link between on organizational theory and philosophical ethics. Academy of management Rewiew, v. 20, p. 379-403, 1995.

KANTER, R. M. When giants learn cooperative strategies. Planning Rewiew, v. 18, n. 1, p. 15-22, Jan./Feb. 1990.

KNOKE, D. Political networks: the structural perspective. Cambridge: Cambridge University Press, 1994.

KOTTER, J. P. Managing external dependence. Academy of Management Review, v. 4, n.1, p. 8792, 1979.

LEWICK, R. J.; MCALLISTER, D.J.; BIES, R. J. Trust and distrust: new relationships and realities. Academy of Management Review, v. 23, n. 3, p. 438-458, 1998.

MALAFAIA, G. C. et al. Capital social e a construção da confiança em redes de cooperação: mudando padrões de relacionamentos na pecuária de corte. In: ENCONTRO DA ANPAD, 31., 22-26 set 2007, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: ANPAD, 2007. p. 22-26.

MARSHALL, A. Os economistas: princípios de economia – tratado introdutório. São Paulo: Nova Cultural, 1996.

McALLISTER, D. J. Affect – and cognition – based trust as foundation for interpersonal cooperation in organizations. Academy of Management Journal, v. 38, n.1. p. 25-59, 1995.

MICHAELIS. Dicionário eletrônico: versão 5.0. DTS Software Ltda, 1998.

MOTTA, F. C. P.; CALDAS, M. P. (Org.). Cultura organizacional e cultura brasileira. São Paulo: Atlas, 1997.

PFEFFER, J.; SALANCIK, R. G. The external control of organizations: a resource dependence perspective. New York: Harper & Row, 1979.

QUERE, L. La structure cognitive et normative de la confiance. Réseaux, v. 4, n. 108, p. 125-152, 2001.

REED, M. I. Organization, trust and control: a realist analysis. Lancaster, UK: Lancaster University Management School, 2001.

RIOLO, R. L.; COHEN, M. D.; AXELROLD, R. Evolution of cooperation without reciprocity. Nature, v. 414, 22 nov. 2001.

RODRIGUES, S. B. (Org.). Competitividade, alianças estratégicas e gerência internacional. São Paulo: Atlas, 1999.

ROSSETTO, C. R.; ROSSETTO, A. M. As perspectivas institucional e da dependência de recursos e o processo de adaptação estratégica organizacional. NIPEM – Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa em Estratégia e Mudança Organizacional, v.7, n.12 p.111-136, maio 1999.

SCOTT, J. Social network analysis: a handbook. 2. ed. London: Sage, 2000.

SONPAR, K.; HANDELMAN, J.; DASTMALCHIAN. Trust, organizational change and institutionalization: a study of health care delivery transformation in Southern Alberta. Victoria, Canadá: University of Victoria, 2003.

WILLIAMSON, O. E. The economic institutions of capitalism: firms, markets, relational contractin. London: Yale University; Collier Macmillan Publisher,1985. p.15-35.

XAVIER, L. Vers une conception renouvelée de la confiance: le cas de la relation entre l’enseigne Auchan et ses fournisseurs. In: CONFÉRENCE INTERNATIONALE DE MANAGEMENT STRATÉGIQUE, 16., 6-9 Juin 2007, Montréal: Université Montesquieu-Bordeaux IV. Pôle Universitaire de Sciences de Gestion. p. 6-7.