Aprendizado Político no Conselho do Orçamento Participativo em Cachoeiro de Itapemirim – Espírito Santo – Brasil Outros Idiomas

ID:
54919
Resumo:
Analisa as crenças, valores e expectativas presentes na cultura política local e no aprendizado político dos membros do Conselho do Orçamento Participativo (OP) de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo – Brasil. A base teórica articula aspectos do OP com o conceito de aprendizado político e cultura política onde se inserem as crenças, os valores e as expectativas. Utiliza a pesquisa qualitativa, entrevistas e documentos da prefeitura, submetidos à análise de conteúdo. Inicialmente o OP associava-se ao poder político municipal. Após os ciclos do OP, novos valores ligados à noção de participação e autonomia desenvolveram-se, valorizando o OP como prática legal e social.
Citação ABNT:
SOUZA, L. V. S.; PALASSI, M. P.; SILVEIRA, R. Z.; SILVA, A. R. L. Aprendizado Político no Conselho do Orçamento Participativo em Cachoeiro de Itapemirim – Espírito Santo – Brasil . Cadernos Gestão Pública e Cidadania, v. 24, n. 79, p. 1-17, 2019.
Citação APA:
Souza, L. V. S., Palassi, M. P., Silveira, R. Z., & Silva, A. R. L. (2019). Aprendizado Político no Conselho do Orçamento Participativo em Cachoeiro de Itapemirim – Espírito Santo – Brasil . Cadernos Gestão Pública e Cidadania, 24(79), 1-17.
DOI:
http://dx.doi.org/10.12660/cgpc.v24n79.78760
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/54919/aprendizado-politico-no-conselho-do-orcamento-participativo-em-cachoeiro-de-itapemirim-----espirito-santo-----brasil-/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
He, B. (2011). Civic engagement through participatory budgeting in China: Three different logics at work. Public Administration and Development, 31, 122-133. doi:10.1002/pad.598

Heller, A. (1972). O cotidiano e a história. Rio de Janeiro, RJ: Paz e Terra.

Jaimes, B. G. (2013). Participación ciudadana en salud (I): De la información a la toma de decisions. RevistaeSalud.com, 9(35), 1-11. Lei Complementar Nº 101 de 2001. (2001). Palácio do Planalto. Brasília, DF.

Lerner, J. (2011). Participatory budgeting: Building community agreement around tough budget decisions. National Civic Review, 100(2), 30-35. doi:10.1002/ncr.20059

Lüchmann, L. H. H. (2012). Participação e aprendizado político no orçamento participativo: Estudo de caso em um município catarinense. Educação & Sociedade, 33(119), 513532. doi:10.1590/S0101-73302012000200010

Lüchmann, L. H. H., & Borba, J. (2009). Exclusão social e participação política no Brasil. XXVIII International Congress of the Latin American Studies Association, Rio de Janeiro, RJ.

Maschio, I., Silva, F. A., Moretto, L., Neto, & Ostroski, S. S. D. (2017). A participação popular no orçamento público: Orçamento participativo em quatro municípios do sul do Brasil. Desenvolve: Revista de Gestão do Unilasalle, 6(1), 85-102. doi:10.18316/desenv.v6i1.3147

Minayo, M. C. S. de, & Sanches, O. (1993). O quantitativo-qualitativo: Oposição ou complementariedade? Cad. Saúde Pública, 9(3), 239-262. doi:10.1590/S0102-311X1993000300002

Montecinos, E. (2011). Democracia participativa y presupuesto participativo en Chile: ¿Complemento o subordinación a las instituciones representativas locales? Revista de Ciência Política, 31(1), 63-89. doi:10.4067/S0718-090X2011000100004

Moreira, L. (2016, Outubro 25). Orçamento participativo não vai ser mantido. Jornal Espírito Santo de Fato. Recuperado de http://www.jornalfato.com.br/conteudo/politica/22772/orcamento-participativo-nao-vai-ser-mantido

Nebot, C. P. (2014). El aprendizaje político de la participación: El caso del presupuesto participativo de Elche (Alicante) en España. Administração Pública e Gestão Social, 6(3), 159-167. doi:10.21118/apgs.v6i3.667

Novaes, F. S., & Santos, M. E. P. dos. (2014). O orçamento participativo e a democratização da gestão pública municipal: A experiência de Vitória da Conquista (BA). RAP-Revista de Administração Pública, 48(4), 797-820. doi:10.1590/0034-76121668

Oliveira, O. P. de. (2016). Mecanismos da difusão global do orçamento participativo: Indução internacional, construção social e circulação de indivíduos. Opinião Pública, 22(2), 219-249. doi:10.1590/180701912016222219

Pape, M., & Lerner, J. (2016). Budgeting for equity: How can participatory budgeting ad vance equity in the United States? Journal of Public Deliberation, 12(2), 1-15.

Rodgers, D. (2010). Contingent democratisation? The rise and fall of participatory budgeting in Buenos Aires. Journal of Latin American Studies, 42(1), 1-27. doi:10.1017/S0022216X10000039

Rossmann, D., & Shanahan, E. A. (2012). Defining and achieving normative democratic values in participatory budgeting processes. Public Administration Review, 72(1), 56-66. doi:10.1111/j.1540-6210.2011.02480.x

Sampaio, R. C. (2016). E-orçamentos participativos como iniciativas de e-solicitação: Uma prospecção dos principais casos e reflexões sobre a e-participação. RAP-Revista de Administração Pública, 50(6), 937-958. doi:10.1590/0034-7612152210

Sandoval, S. A. M. (1994). Algumas reflexões sobre cidadania e formação de consciência política no Brasil. In M. J. P. Spink (Org.), A cidadania em construção: Uma reflexão transdisciplinar (pp. 59-74). São Paulo, SP: Cortez Editora.

Sandoval, S. A. M. (2001). The crisis of the Brazil labor movement and the emergence of alternative forms of working-class contention in the 1990s. Revista Psicologia Política, 1(1), 173-195.

Souza, F. J. B., & Midlej, S. (2017). Orçamento participativo: Mais qualidade da democracia? Organizações & Sociedade, 24(81), 195-215. doi:10.1590/1984-9230811