Como as Micro e Pequenas Empresas tratam os seus Resíduos Sólidos Frente à Lei Federal N° 12.305/10 Outros Idiomas

ID:
55236
Resumo:
'Objetivo': O objetivo desta pesquisa é investigar o grau de influência da Lei Federal n°12.305/10 na gestão dos resíduos sólidos das micro e pequenas empresas na região de Guarulhos. 'Metodologia': Na busca deste objetivo foi utilizado o método classificado como descritivo e exploratório, levantamento que, no primeiro momento, faz uma abordagem de análise qualitativa dos dados. A amostra foi constituída por quarenta e oito estabelecimentos de diversos ramos de atividade da região. 'Relevância': O tema abordado é relevante, tendo em vista que essa Lei supracitada estabeleceu uma política nacional de resíduos sólidos, classificando-os e normatizando a destinação dada a eles. Essa regulamentação obriga as empresas a destinar os seus resíduos a lugares préestabelecidos. 'Resultados': Por intermédio da totalização dos percentuais encontrados, elaborou-se um índice de adequação à legislação de resíduos sólidos. 'Contribuições': A contribuição da pesquisa fundamenta-se na informação dos estudos prévios e no direcionamento para a gestão dos resíduos sólidos nas micro e pequenas empresas da região, dando suporte à sustentabilidade local. 'Conclusão': Sob o aspecto da legislação, as micro e pequenas empresas da região de Guarulhos demonstraram possuir uma condição.
Citação ABNT:
POZO, H.; BASTOS, R. T. C.; DONAIRE, D. Como as Micro e Pequenas Empresas tratam os seus Resíduos Sólidos Frente à Lei Federal N° 12.305/10. Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, v. 8, n. 1, p. 61-80, 2019.
Citação APA:
Pozo, H., Bastos, R. T. C., & Donaire, D. (2019). Como as Micro e Pequenas Empresas tratam os seus Resíduos Sólidos Frente à Lei Federal N° 12.305/10. Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, 8(1), 61-80.
DOI:
https://doi.org/10.5585/geas.v8i1.13764
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/55236/como-as-micro-e-pequenas-empresas-tratam-os-seus-residuos-solidos-frente-a-lei-federal-n---12-305-10/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
Adlmaier, D.; Sellitto, M.; A. (2007). Embalagens retornáveis para transporte de bens manufaturados: um estudo de caso em logística reversa. Revista Produção. 17(2), 395-406.

Ahorn, M. R. (2006). A Dimensão Socioambiental das Pequenas Empresas no Contexto da Terceirização: Fragilidades e Alternativas. Dissertação de mestrado, Centro Universitário Santo Amaro, São Paulo, SP, Brasil.

Ballou, R. H. (2011). Logística Empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas.

Barreto, A. F.; Pozo, H. (2011). A flexibilidade organizacional como fator estratégico para obtenção de vantagem competitiva: um estudo nas pequenas indústrias metalúrgicas da região de Osasco (SP). Gestão & Regionalidade, 27(80), 97-110.

Bowersox, D. J.; ClossS, D. J. (2001). Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas.

Chaves, G. L. D.; Batalha, M. O. (2006). Os consumidores valorizam a coleta de embalagens recicláveis? Um estudo de caso da logística reversa em uma rede de hipermercados. Gestão & Produção, 13(3), 423-434.

Coelho, H. M. G.; Lange, L.; C.; Jesus, L. F. L.; Sartori, M. R. (2011). Proposta de um Índice de Destinação de Resíduos Sólidos Industriais. Engenharia Sanitária e Ambiente, 16(3), 307-316.

Creswell, J. W. (2003). Research design: qualitative, and mixed methods approaches. 2 ed. California: Sage Publication.

Cunha, A. S.; Soares, T. C. (2010). Aspectos relevantes do planejamento no crescimento das Micro e Pequenas empresas (MPE). Revista da Micro e Pequena Empresa, 4(3), 15-39.

Daher, C. E.; Silva, E. P.S.; Fonseca, A. P. (2006). Logística reversa: Oportunidade para Redução de Custos através do Gerenciamento da Cadeia Integrada de Valor. Brazilian Business Review, 3(1), 58-73.

Demajorovic, J.; Santiago, A. L. F. (2011). Responsabilidade socioambiental na micro e pequena empresa: práticas e desafios. GESTÃO.Org Revista Eletrônica de Gestão Organizacional. 9(2), 254-281.

Demirel, N. Ö.; Gökçen, H. (2008). A mixed integer programming model for remanufacturing in reverse logistics environment. International Journal of Advantage Manufacturing Technology, 39(11-12), 1197-1206.

Donaire, D. (1994). Considerações sobre a influência da variável ambiental na empresa. Revista de Administração de Empresas. 34(2), 68-77.

Dornier, P. P.; Ernst, R.; Fender, M.; Kouvelis, P. (2000). Logística e Operações Globais. São Paulo: Atlas.

Engelage, E.; Borgert, A.; Souza, M. A. (2016). Práticas de green logistic: uma abordagem teórica sobre o tema. Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, 5(3), 36-54.

Esteves, G.; Nohara, J. J. (2011). Fatores críticos à estabilidade das alianças estratégicas das micro e pequenas empresas. Revista de Administração e Inovação, 8(3), 182-204.

Fernandes, M. A. R. A. M. (2009), Processamento de veículos em fim de Vida e análise da viabilidade da reciclagem dos resíduos resultantes da sua fragmentação, dissertação de mestrado em Ciências e Tecnologias do Ambiente. Universidade de Lisboa. Lisboa. Portugal.

FIESP-Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. (2012). Perguntas frequentes sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Departamento de Meio Ambiente, São Paulo.

Giacobo, F.; Estrada, R. J. S.; Ceretta, P. S. (2003). Logística reversa: a satisfação do cliente no pós-venda. READ - Revista Eletrônica de Administração, 9(5), 1-17.

Gil, A. C. (2002). Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas.

Gonçalves, M. E.; Marins, F. A. S. (2006). Logística reversa numa empresa de laminação de vidros: um estudo de caso. Gestão & Produção, 13(3), 397-410.

Green, K.; Morton, B.; New, S. (1996). Purchasing and enviromental management: interactions, policies and opportunities. Business Strategy and the Environment, 5(3), 188-197.

Janse, B.; Schuur, P.; Brito, M. P. (2010). A reverse logistics diagnostic tool: the case of the consumer electronics industry. The International Journal of Advanced Manufacturing Technology, 47(5-8), 495-513.

Lacerda, L. (2002). Logística reversa: Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais. Sargas, competência em logística, 18(5), 300-320.

Leite, P. R. (2002). Logística reversa, a complexidade do retorno de produtos. Revista tecnologística. julho/setembro

Leite, P. R. (2006). Logística reversa, Meio Ambiente e Competitividade. São Paulo: Pearson Prentice Hall.

Leite, P. R. (2009). Logística reversa: Nova área da logística empresarial. Revista Tecnologistica. outubro/dezembro

Leite, P. R. (2012). Direcionadores estratégicos em programas de logística reversa no Brasil. Revista Alcance Eletrônica, 19(2), 182-201.

Liva, P. B. G.; Pontelo, V. S. L.; Oliveira, W. S. (2003). Logística reversa. TECHOJE - uma revista de opinião. Recuperado em 22 dezembro, 2014

Marchi, C. M. D. F. (2011). Cenário mundial dos resíduos sólidos e o comportamento corporativo brasileiro frente à logística reversa. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, 1(2), 118-135.

Marconi, M. A.; Lakatos, E. M. (2009). Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas.

Martins, G. G. (2011). Gestão de resíduos provenientes de Veículos em Fim de Vida: análise da situação no Brasil e em Portugal. Dissertação de mestrado, Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa, Lisboa, Portugal.

Moori, R. G.; Konda, S. T.; GardesanI, R. (2011). Regime Aduaneiro do Drawback em empresas de bens de capital. Gestão & Regionalidade, 27(80), 85-96.

Moretti, S. L. A.; Lima, M. C.; Crnkovic, L. H. (2011). Gestão de resíduos pós-consumo: avaliação do comportamento do consumidor e dos canais reversos do setor de telefonia móvel. Revista de Gestão Social e Ambiental - RGSA, 5(1), 03-14.

Mueller, C. F. (2005). Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade. Grupo de Estudo Logísticos - GELOG, Universidade Federal de Santa Catarina.

Nd. Decreto-Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010.Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. .

Palhares, L. (2011). A logística reversa e o comercio eletrônico: desafios trazidos pela política de resíduos sólidos. Câmara Brasileira de Comercio Eletrônico.

Pedrosa, A. S. (2008). A logística reversa como uma ferramenta gerencial: um novo diferencial competitivo para as organizações. Revista Qualit@s, 7(2), 1-9.

Pozo, H. (2015). Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais: uma abordagem logística. São Paulo: Atlas.

Quadros, J. N.; Sergato, S. S.; Weise, A. D.; Silveira, C. C.; Silveira, D. D.; Weber, L. R. (2012). Planejamento estratégico para pequena empresa: um estudo de caso em uma pequena empresa de Santa Maria/RS. Revista da Micro e Pequena Empresa, 6(2), 71-88.

Rocha, F. A. D.; Simonetti, V. M. M. (2008). Gestão de pequenas empresas e responsabilidade social. Anais do Congresso Nacional de Excelência em Gestão, Niterói, RJ, Brasil, 4.

Rodrigues, D. F.; Rodrigues, G.G.; Leal, J.E.; Pizzolato, N. D. (2002). Logística reversa - Conceitos e Componentes do Sistema. Anais do Encontro Nacional de Engenharia de Produção, Curitiba, PR, Brasil, 22.

Rogers, D. S.; Tibben-Lembke, R. S. (1999). Going Backwards: Reverse Logistics Trends and Practices. RENO: University of Nevada.

Russo, M. A. T. (2003). Tratamento de Resíduos Sólidos. Dissertação de mestrado, da Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.

Saen, R. F. (2010). A new model for selecting third-party reverse logistics providers in the presence of multiple dual-role factors. The International Journal of Advanced Manufacturing Technology, 46(1-4), 405-410.

Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE/SP. Processamento: SEBRAE-SP/Unidade Inteligência de Mercado/ Pesquisas econômicas, versão: 20/06/2012.

Silva, M. C. G.; Callegari, N. M.; Silva, N. P.; Francisco, A. C. (2011). A importância da logística reversa na hotelaria.Um estudo de múltiplos casos nos hotéis da cidade de Ponta Grossa-Paraná. Anais do Congresso Internacional de Administração, Ponta Grossa, PR, Brasil. .

Silva, M. E.; Cândido, G. A. (2012). A Análise de indicadores de sustentabilidade na problemática de resíduos sólidos em Campina Grande - PB. Revista Reuna, 17(1), 91-110.

Sisinno, C. L. S. (2003). Disposição em aterros controlados de resíduos sólidos industriais não-inertes: avaliação dos componentes tóxicos e implicações para o ambiente e para a saúde humana. Caderno de Saúde Pública, 19(2), 369-374.

Slack, N.; Chambers, S.; Harland, C.; Harrison, A.; Johnston, R. (2011). Administração da produção. São Paulo: Atlas.

Souza, J. C. (2008). Reciclagem e sustentabilidade: a importância da logística. Anais do Simpósio de Pesquisa Operacional & Logística da Marinha SPOLM, RJ, Brasil, 11.

Souza, P. R. P.; Ribeiro, M. F.; Fereira, J. S. A. B. N. (2010). Tutela Jurídica do Meio Ambiente e Desenvolvimento. São Paulo: Arte & Ciência Editora.

Tachizawa, T. (2012). Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Corporativa- Estratégias de Negócios Focadas na Realidade Brasileira. São Paulo: Atlas.

Zajac, M. A. L.; Fernandes, R. O.; David, C. J.; Aquino, S. (2016). Logística reversa de resíduos da classe d em ambiente hospitalar: monitoramento e avaliação da reciclagem no hospital infantil Cândido Fontoura. Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade. 5(1), 78-93.