Empreender como uma Forma de Ser, Saber e Fazer Outros Idiomas

ID:
57691
Resumo:
Este trabalho teve como objetivo analisar o desenvolvimento da mentalidade e comportamento empreendedores em alunos e professores de uma instituição de ensino superior, por meio da educação empreendedora. Realizou-se um estudo qualitativo e quantitativo, do tipo exploratório, com base em pesquisa teórico-empírica e triangulação dos dados. Os resultados evidenciaram características e especificidades da natureza da educação empreendedora, os novos papéis que alunos e professores assumem, novas metodologias e práticas pedagógicas, um processo educacional não apenas orientado à transmissão de conhecimentos, mas sobretudo voltado ao empreender como uma forma de ser, saber e fazer.
Citação ABNT:
SCHAEFER, R.; MINELLO, I. F. Empreender como uma Forma de Ser, Saber e Fazer. Revista Pensamento Contemporâneo em Administração, v. 14, n. 1, p. 160-193, 2020.
Citação APA:
Schaefer, R., & Minello, I. F. (2020). Empreender como uma Forma de Ser, Saber e Fazer. Revista Pensamento Contemporâneo em Administração, 14(1), 160-193.
DOI:
https://doi.org/10.12712/rpca.v14i1.34722
Link Permanente:
http://www.spell.org.br/documentos/ver/57691/empreender-como-uma-forma-de-ser--saber-e-fazer/i/pt-br
Tipo de documento:
Artigo
Idioma:
Português
Referências:
Amaral, M., Hernandez, C. T. & Bastos, M. R. H. (2018). The entrepreneurial profile of Brazilian business administration students. International Journal of Innovation Science, 10(2), 160-177.

Araujo, G., & Davel, E. (2019). Educação Empreendedora pela Experiência: O Caso do Festival de Artes Empreendedoras em Itabaiana. REGEPE Revista de Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas, 8(1), 176-200.

Bardin, L. (2011). Análise de Conteúdo. Lisboa, Portugal: Edição 70.

Barini Filho, U. (2008). Transmissão da competência empreendedora: um estudo de casos múltiplos. (Tese de Doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.

Carrara, C. (2014). Entrepreneur’s forma mentis as a factor of economic success. In: Dmitrieva, V. (Org.). The man in dialogue with the surrounding world: an ontopsychological approach. São Petersburgo: Imprensa Universitária.

Chikota, H.; Miranda, C. & Wazlawick, (2016). P. Adolescence and Identity: how avoidin dysfunctional behaviours. p. 487. In: International Journal of Psychology. 31st. Internationa Congress of Psychology. Yokohama: International Union of Psychologial Scienc.

Coan, M. (2011). Educação para o empreendedorismo: implicações epistemológicas, políticas e práticas. (Tese de Doutorado). Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC, Brasil.

De Toni, D., Mioranza, G., Milan, G. S. & Larentis, F. (2014). As dimensões dos modelos mentais dos empreendedores e seus impactos sobre o desempenho organizacional. READ Revista Eletrônica de Administração, 79(3), 713-739.

Denzin, N. (1978). The research act: a theoretical introduction to sociological methods. 2. ed. Nova York: Mc Graw-Hill.

Dolabela, F. & Filion, L. J. (2013). Fazendo revolução no Brasil: a introdução da pedagogia empreendedora nos estágios iniciais da educação. Revista de Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas, 3(2), 134-181.

Dolabela, F. (2008). Oficina do empreendedor. Rio de Janeiro: Sextante.

Duarte, L. S., Debona, M. & Perini, R. L. (2018) Perfil empreendedor do acadêmico do centro de negócios do Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG). Revista Global Manager Acadêmica, 7(1), 576-599.

educação. São Paulo: Atlas, 2008.

Filion, L. J. & Lima, E. (2010). As representações empreendedoras: importantes temas para avançar em seus estudos. Revista de Negócios, 15(2), 32-52.

Fillion, L. J. (1991). O planejamento do seu sistema de aprendizagem empreendedora: identifique uma visão e avalie o seu sistema de relações. Revista de Administração de Empresas, 31, (3), 63-72.

Fillion, L. J.; Dolabela, F. (2007). The making of a revolution in Brazil: the introduction of entrepreneurial pedagogy in the early stages of education. In.: Fayolle, A. (Ed.) Handbook of Research in Entrepreneurship Education, Vol. 2, Cheltenham, UK/ Northampton, MA, USA, Edward Elgar. 13-39.

Giordani, E. M. & Mendes, A. M. M. (2011). Pedagogia ontopsicológica na orientação do estágio dos anos iniciais do ensino fundamental. Nuances: estudos sobre educação, 20(21), 43-62.

Guaranys, L. R.. (2010). Universidade empreendedora: conceito em evolução, universidade em transformação. In: Lopes, R. M. A. (Org.). Educação empreendedora: conceitos, modelos e práticas. Rio de Janeiro: Elsevier: São Paulo: SEBRAE.

Guerra, M. J. & Grazzotin, Z. J. (2010). Educação empreendedora nas universidades brasileiras. In: Lopes, R. M. A. (Org.). Educação empreendedora: conceitos, modelos e práticas. Rio de Janeiro: Elsevier: São Paulo: SEBRAE.

Hair Jr., J. F.; Babin, B., Money, A. H. & Samouel, P. (2005). Fundamentos de métodos de pesquisa em Administração. São Paulo: Artmed.

Henrique, D. C. & Cunha, S. K. (2008). Práticas didático-pedagógicas no ensino de empreendedorismo em cursos de graduação e pós-graduação nacionais e internacionais. RAM – Revista de Administração Mackenzie, 9(5), 112-136.

Hirsch, R. D., Peters, M. P.& Shepherd, D. A. (2014). Empreendedorismo. (9.) Porto Alegre: AMGH.

Krüger, C. & Minello, I. F. (2017). Educação empreendedora: características e atitudes. Sarbrücken: Novas Edições Acadêmicas.

Krüger, C. (2019). Modelo de mensuração do comportamento empreendedor a partir das características comportamentais e intenção empreendedoras. (Tese de Doutorado). Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brasil.

Krüger, C., Pinheiro, J. P. & Minello, I. F. As características comportamentais empreendedoras de David McClelland. Revista Caribeña de Ciencias Sociales, 2017.

Leiva, J. C., Monge, R. & Alegre, J. (2014). The Influence of Entrepreneurial Learning in New Firms’ Performance: A Study in Costa Rica. Innovar, 24 (N. Especial), 129-140.

Lima, E., Hashimoto, M., Melhado, J. & Rocha, R. (2014a). Brasil: em busca de uma educação superior em empreendedorismo de qualidade. In: Gimenez, F. A. P. et. al. (org.) Educação para o empreendedorismo. Curitiba: Agência de Inovação da UFPR.

Lima, E., Lopes, R. M. A., Nassif, V. M. J. & Silva, D. (2015a). Oportunities to improve entrepreneurship education: contributions considering Brazilian Challenges. Journal of Small Business Management, 53(4), 1033-1050.

Lima, E., Lopes, R. M. A., Nassif, V. M. J. & Silva, D. (2015b). Ser seu Próprio Patrão? Aperfeiçando-se a educação superior em empreendedorismo. RAC, 19(4), 419-439.

Lima, E., Nassif, V. M. J., Lopes, R. M. A. & Silva, D. (2014b). Educação Superior em Empreendedorismo e Intenções Empreendedoras dos Estudantes – Relatório do Estudo GUESSS Brasil. Caderno de pesquisa, n. 2014-03. São Paulo: Grupo APOE.

Lima, L. G.; Nassif, V. M. J. (2017). Similitudes entre teoria social cognitiva, capital psicológico e comportamento empreendedor: uma reflexão teórica. Revista Gestão e Planejamento, 18.

Lopes, L. F. D. (2016). Métodos quantitativos. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria.

Lopes, R. M. A. & Teixeira, M. A. A. (2010). Educação empreendedora no ensino fundamental. In: Lopes, R. M. A. (Org.). Educação empreendedora: conceitos, modelos e práticas. Rio de Janeiro: Elsevier.

Lopes, R. M. A. (2010). Referenciais para a educação empreendedora. In: Lopes, R. M. A. (Org.). Educação empreendedora: conceitos, modelos e práticas. Rio de Janeiro: Elsevier.

Mansfield, R., S., McClelland, D. C., Spencer, L. M. & Santiago, J. (1987) The identification and Assessment of competencies and other personal characteristics of entrepreneurs in Developing Countries. Boston: McBer&Company.

Matias, M. A. & Martins, G. A. (2012). Educação empreendedora em contabilidade. RBC: Revista Brasileira de Contabilidade, 41, 41-53.

McClelland, D. C. (1972). A sociedade competitiva: realização e progresso social. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura.

McClelland, D. C. (1978). Managing motivation to expand human freedom. American Psychologist, 33(1). 201-210.

McClelland, D. C. (1987). Characteristics of Successful Entrepreneurs. The Journal or Creative Behavior, 21(3). 219-233.

Mencarelli, C. Test “Forma mentis”. (2014). In: Dmitrieva, V. (Org.). The man in dialogue with the surrounding world: an ontopsychological approach. São Petersburgo: Imprensa Universitária.

Mendes, M. T. T. (2011). Educação Empreendedora: uma visão holística do empreendedorismo na educação. (Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação). Universidade Católica Portuguesa, Lisboa, Portugal.

Meneghetti, A. (2013). A psicologia do líder. 5. ed. Recanto Maestro: Ontopsicológica Editora Universitária.

Minayo, M. C. S. & Costa, A. P. (2018). Fundamentos Teóricos das Técnicas de Investigação Qualitativa. Revista Lusófona de Educação, 40(40), 139-153.

MSI – Management Systems International. Final Report: entrepreneurship training and the strengthening of entrepreneuria performance. 1990.

Nabi, G., Walmsley, A., Linan, F., Akhtar, I. & Neame, C. (2018). Does entrepreneurship education in the first year of higher education develop entrepreneurial intentions? The role of learning and inspiration. Studies in Higher Education, 43(3), 452-467.

Nassif, V. M. J, Hanashiro, D. M. M. & Torres, R. R. (2010). Fatores que influenciam na percepção das competências para o exercício da docência. Revista Brasileira de Educação, 15(44), 364-379.

Nassif, V., Amaral, D., Pinto; C.; Soares, M. & Pando, R. A. (2009). Formação empreendedora: aspectos convergentes e divergentes sob a ótica de alunos, professores, pais e empreendedores. ANGRAD, 10(2), 73-96.

Patton, M. Q. (2002). Qualitative Research and Evaluation Methods. Thousand Oaks, CA: Sage Publications.

Rabelo, A. O. (2010). “Eu gosto de ser professor e gosto de crianças” A escolha profissional dos homens pela docência na escola primária. Revista Lusófona de Educação, (15), 163-173.

Ribas, R. (2011). O saber empreendedor: diretrizes curriculares para elaboração de programas para formação de empreendedores com base na Escola Progressiva de John Dewey – reflexão e proposta. (Tese de Doutorado), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.

Rocha, E. L. C. & Freitas, A. A. F. (2014). Avaliação do Ensino de Empreendedorismo entre Estudantes Universitários por meio do Perfil Empreendedor. RAC, 18(4), 465-486.

Sampieri, R. H., Collado, C. F. & Lucio, M. P. B. (2013). Metodologia de Pesquisa. (5.) Porto Alegre: Penso.

Schaefer, R. & Minello I. F. (2016). Educação Empreendedora: Premissas, Objetivos e Metodologias. Revista Pensamento Contemporâneo em Administração, 10(3), 60-81.

Schaefer, R. & Minello I. F. (2017a). A Formação de Novos Empreendedores: Natureza da Aprendizagem e Educação Empreendedoras. Revista da Micro e Pequena Empresa FACCAMP, 11, 2-20.

Schaefer, R. & Minello I. F. (2017b) Mentalidade empreendedora: o modo de pensar do indivíduo empreendedor. Revista de Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas, 6(3), 495-524.

Schaefer, R. & Minello, I. F. (2019) Entrepreneurial education: entrepreneurial mindset and behavior in undergraduate students and professors. Revista de Negócios, 24(2), 61-90.

Schaefer, R. (2018). Empreender como uma forma de ser, saber e fazer: o desenvolvimento da mentalidade e do comportamento empreendedores por meio da educação empreendedora. (Tese de Doutorado). Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil.

Silva, J. F. & Pena, R. P. M. (2017). O “be-á-bá” do ensino do empreendedorismo: uma revisão da literatura sobre os métodos e práticas da educação empreendedora. Revista de Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas, 6(2), 372-401.

Spanhol, C. I. A. & Boer, N. (2015). Método Ontopsicológico: contribuições à formação continuada na perspectiva de professores do ensino superior. Saber Humano, 5(7), 53-69.

Triviños, A. N. S. (2008). Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas.

Tschá, E. R. & Cruz Neto, G. G. (2014). Empreendendo colaborativamente ideias, sonhos, vidas, e carreiras: o caso das células empreendedoras. In: GIMENEZ, F. A. P. et. al. (org.) Educação para o empreendedorismo. Curitiba: Agência de Inovação da UFPR.

Vergara, S. C. (2012). Métodos de Pesquisa em Administração. 5. ed. Atlas.

Volkova, E.; Dmitrieva, V.; Mikhalyuk, O.; Vereitnova, T.; Wazlawick, P.; Schaefer, R.; Silva, J.; Salles, P. (2016). Sobre a socialização dos jovens modernos: breve discussão entre conceitos da Sociologia, da Psicologia Social e Histórico-Cultural. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, 33, 331-343.

Wazlawick, P. (2016). Pensiero filosofico della Cultura Umanistica come pressupposto alla Pedagogia Ontopsicologica: resultati del percorso formativo dei giovani nell’educazione universitaria. Saber Humano, 6(8), 29-71.

Wazlawick, P.; Schaefer, R.; Volkova, E.; Dmitrieva, V.; Vereitnova, T. & Mikhalyuk, O. (2017). Para a definição do conceito de socialização positiva de jovens. Revista Interdisciplinar Científica Aplicada, 11(2), 78-100.

Wood, M. S., Williams, D. W. & Drover, W. (2017). Past as prologue: Entrepreneurial inaction decisions and subsequent action judgments. Journal of Business Venturing, 32, 107-127.

Yin, R. K. (2016). Pesquisa qualitativa do início ao fim. Editora Penso: Porto Alegre.